quinta-feira, 21 de maio de 2026

NYMPHAEA LOTUS L.


 

ESPÉCIENymphaea lotus L.

PSEUDÔNIMO: ninfeia-branca

FAMÍLIA: Nymphaeaceae Salisb.

CICLO DE VIDA: é uma planta aquática perene e flutuante.

ORIGEM: tem sua origem no continente africano, sendo nativa de regiões do leste e oeste da África.

CARACTERISTICAS: é uma erva aquática, rizomatosa e perene. Amplamente utilizada como planta ornamental em lagos e aquários, ela se destaca por suas grandes folhas flutuantes e flores aromáticas noturnas que se abrem acima da superfície da lâmina d'água. Possui raízes axiais, subterrânea na lama e ramificadas. Com caule rizomatosa, ovoides e estolões. Com folhas flutuantes, coriáceas, orbiculares (arredondadas) com margens denteadas e um recorte característico na base. Com flores noturnas, grandes e aromáticas. Possuem sépalas verdes, pétalas brancas ou rosadas e numerosos estames amarelos. É uma planta de sol pleno para cultivo em lagos; iluminação moderada a alta em aquários. Essa planta tem hábitos flutuantes e fixa.

FOTOS: Foto de um córrego ao lado da FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2005. https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

PELLEGRINI, M. O. O. Nymphaeaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB10946>. Acesso em: 21 mai. 2026.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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terça-feira, 19 de maio de 2026

PALESTRA DE COMBATE À VIOLÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR, COM O PSICÓLOGO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE RORAIMA








Palestras sobre cyberbullying e violência na escola são ferramentas essenciais para prevenir tragédias e promover a cultura de paz no ambiente escolar. O foco é conscientizar de que a violência, em todas as suas formas, é cruel e prejudicial. Seja ela virtual ou física, suas consequências são reais e legais. Por isso, é fundamental instruir alunos, pais e professores sobre como identificar e intervir em situações de constrangimento.
 

CHAMAECRISTA NICTITANS (L.) MOENCH



ESPÉCIE: Chamaecrista nictitans (L.) Moench

PSEUDÔNIMO: falsa-dormideira ou peninha.

FAMÍLIA:  Fabaceae (leguminosae).

CICLO DE VIDA:  o seu ciclo de vida é anual ou perene, caracterizado por um rápido desenvolvimento, floração intensa, sensibilidade ao toque e dispersão eficiente de sementes.

ORIGEM: é uma planta herbácea nativa das Américas. Ela possui ampla distribuição em regiões temperadas e tropicais, sendo considerada uma espécie amplamente distribuída e presente em praticamente todos os biomas do continente americano.  

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea da família das Fabaceae. Nativa das Américas, é facilmente reconhecida por sua folhagem composta, flores amarelas e a capacidade de mover e dobrar seus folíolos ao toque (tigmonastia). É uma planta anual ou subarbusto, de pequeno a médio porte. Com raízes axiais, subterrâneas e ramificadas. Com caules herbáceos, eretos e pouco ramificados. Já as suas folhas são compostas e alternas, possuem folíolos sensíveis que se fecham rapidamente quando tocados. Apresentam glândulas extraflorais no pecíolo ou raque, que atraem insetos. Com inflorescências axilares do tipo racemo reduzido (fascículos), contendo poucas flores. Os pedúnculos são parcialmente adnatos aos ramos, e as flores possuem 10 estames, 5 pétalas, são heteromórficas, sendo tipicamente polinizadas por insetos. Seus frutos são secos, deiscentes, do tipo legume (vagem), achatados, pubescentes ou hirsutos, que se torcem ao amadurecer para dispersar as sementes. Já as suas sementes possuem formato rômbico a obovoide e coloração castanha. Essa é uma planta muito comum em áreas abertas, beiras de estradas e pastagens. Adapta-se bem a solos pobres ou degradados e é conhecida por fixar nitrogênio no solo.

 

FOTOS:  Fotos da lateral da Igreja Mórmon (Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), Caumé, Boa Vista, Roraima, 14 maio 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

Chamaecrista in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB22877>. Acesso em: 19 mai. 2026

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

LIMA, D. R. DOCUMENTAÇÃO QUÍMICA, TOXICIDADE E ATIVIDADES BIOLÓGICAS DE CHAMAECRISTA DUCKEANA I & B E CHAMAECRISTA ENSIFORMIS I & B. Tese de Doutorado. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. FORTALEZA. 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/65220/3/2022_tese_drlima.pdf Acesso em: 19 mai. 2026.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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RICINUS COMMUNIS L.





 

ESPÉCIERicinus communis L.

PSEUDÔNIMO: mamona, mamoneira e carrapateira

FAMÍLIA: Euphorbiaceae Juss.

CICLO DE VIDA: perene

ORIGEM: a sua origem geográfica exata é atribuída ao continente africano, mais especificamente à região nordeste, especialmente a Etiópia e à África Oriental.

CARACTERISTICAS: é uma planta da família Euphorbiaceae. Destaca-se por sua alta adaptabilidade a climas tropicais e subtropicais e pela toxicidade severa de suas sementes, ricas em um óleo valioso para a indústria.  Planta arbustiva de rápido crescimento que pode atingir de 1 a 5 metros de altura, com sistema radicular pivotante e profundo. Suas raízes são axiais, subterrâneas e ramificadas. O seu caule é forte, ereto, lenhoso (mas oco internamente no centro) e de superfície lisa. Suas folhas são grandes, alternas, simples, pecioladas, com limbo peltado e formato palmado (divididas em 5 a 11 lóbulos), apresentando bordos denteados e coloração que varia do verde ao avermelhado. Sua inflorescência é do tipo panícula terminal (ou racemo ereto). Suas flores são unissexuais, agrupadas em grandes inflorescências na extremidade dos caules. A planta é monoica, ou seja, possui flores masculinas e femininas na mesma inflorescência com flores femininas e masculinas. As flores femininas estão localizadas nas partes superiores das inflorescências. Suas pétalas são esverdeadas ou avermelhadas e estigmas ramificados. Já as flores masculinas ficam concentradas na base da inflorescência. São amarelo-esverdeadas e possuem numerosos estames de cor creme. Seus frutos são cápsulas triloculares geralmente revestidas de espinhos. Já as suas sementes são ovais, brilhantes, marmorizadas (com manchas variadas), ricas em óleo (cerca de 46% a 55% de sua composição).


FOTOS: Fotos da lateral da Igreja Mórmon (Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), Caumé, Boa Vista, Roraima, 14 maio 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

BARROS, T. D. & JARDINE, J. G. Mamona. Embrapa Territorial. 2021. Disponível em: https://www.embrapa.br/agencia-de-informacao-tecnologica/tematicas/agroenergia/biodiesel/materias-primas/mamona Acesso em: 19 mai. 2026.

DULTRA, D. F. S. et al. Plantas exóticas e exóticas invasoras da Caatinga: Ricinus communis L.. 2013. Disponível em: http://jrfabricante.wix.com/invasoras. Acesso em: 19 mai. 2026.

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

Ricinus in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB17659>.  Acesso em: 19 mai. 2026

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domingo, 17 de maio de 2026

ADONIDIA MERRILLII (BECC.) BECC.




Caule com líquens - um bom indicador da qualidade do ar da Escola

 

ESPÉCIEAdonidia merrillii (Becc.) Becc.

PSEUDÔNIMO: palmeira-de-Natal

FAMÍLIA:   Arecaceae Bercht. & J.Presl. 

CICLO DE VIDA: perene

ORIGEM: é uma espécie de palmeira perene nativa da Ásia.

CARACTERISTICAS: é uma planta ornamental da família Arecaceae. Muito valorizada pelo seu tronco esbelto e seus cachos de frutos que ficam vermelhos no inverno, lembrando enfeites natalinos e daí o seu nome popular palmeira-de-Natal. Nativa da Ásia, de ciclo de vida perene, atingindo de 4 a 8 metros de altura. Raizes subterrâneas, fasciculadas e ramificadas. Caule do tipo estipe, solitário, ereto, cilíndrico, de cor cinzenta, com anéis espaçados e dilatado na base. Possui uma coroa (palmito) bem definida na parte superior. Folhas compostas, pinadas em forma de pena, arqueadas, dispostas de forma ereta a levemente pendente. Inflorescências axilar, pluriflora, rascemosa e em forma de cacho. Com flores pequenas, de coloração creme, reunidas em panículas ramificadas que surgem logo abaixo do palmito. Já os seus frutos são simples, carnosos em forma de drupa, ovalados ou elipsoides, quando jovens são verde-claro e maduros passam a uma coloração vermelho-vivo, geralmente no período do inverno. Essa planta desenvolve-se bem a pleno sol ou meia-sombra. De clima Tropical e subtropical. Não tolera geadas. Têm preferências por solos férteis, bem drenados e ricos em matéria orgânica. Multiplica-se exclusivamente por sementes, que germinam em aproximadamente 60 dias, com crescimento moderado a rápido em climas quentes.

FOTOS: Fotos da Escola Estadual Ana Liboria, Boa Vista, Roraima, Brasil, 30 abr. 2026.

 

REFERÊNCIAS:

Adonidia merrillii (Becc.) Becc. Horto Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: https://www.museunacional.ufrj.br/hortobotanico/Palmeiras/veitchiamerrillii.html Acesso em: 17 mai. 2026

 

Arecaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609387>. Acesso em: 17 mai. 2026

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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RUELLIA NUDIFLORA (ENGELM. & A. GRAY) URB.





 

ESPÉCIERuellia nudiflora (Engelm. & A. Gray) Urb.

PSEUDÔNIMO: ruelia-selvagem

FAMÍLIA:  Acanthaceae 

CICLO DE VIDA: perene

ORIGEM: nativa da América do Norte, Central e Sul. A sua distribuição natural abrange o sul dos Estados Unidos (como Texas e Arizona), estendendo-se por todo o México e América Central.

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea perene da família Acanthaceae, nativa do Continente Americano. Ela se caracteriza por seu porte baixo, caules quadrangulares, flores vistosas na cor violeta ou roxa e sua notável resistência para crescer em áreas perturbadas e sombreadas. Possui raízes subterrâneas, axilares e ramificadas. Caule eretos, quadrangulares, ramificados e coloração acentuadas. Folhas em formato elíptico a obovado, margens onduladas, ápice que varia de agudo a arredondado e também são pubescentes (peludas) e opostas. Já as suas flores são de porte médio, de coloração vibrante que varia do azul ao violeta. Possui sépalas lineares-subuladas, gamopétalas e florescendo nos períodos mais quentes do ano. Adaptando-se muito bem a locais abertos, podendo ser encontrada em campos, pradarias e até mesmo em áreas antrópicas, onde atua como pioneira. Prefere locais de sol pleno e irrigação frequente para um melhor desenvolvimento.

FOTOS: Fotos da frente da Igreja Menino Jesus no Mecejana, Boa Vista, Roraima, Brasil, 17 maio 2026.

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

Ruellia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB4195>. Acesso em: 17 mai. 2026

Ruellia nudiflora (Engelm. & A.Gray) Urb. in GBIF Secretariat (2023). GBIF Backbone Taxonomy. Disponívem em: https://doi.org/10.15468/39omei Acesso em: 17 maio 2026.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

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sábado, 16 de maio de 2026

MACROPTILIUM ATROPURPUREUM (SESSÉ & MOC. EX DC.) URB.




ESPÉCIE: Macroptilium atropurpureum (Sessé & Moc. ex DC.) Urb.

PSEUDÔNIMO: feijão-roxo ou feijão-de-rola

FAMÍLIA: Fabaceae Lindl.

CICLO DE VIDA: é perene, podendo durar de 2 a 4 anos (e até mais), dependendo do manejo (como podas anuais) e das condições do solo

ORIGEM: é uma planta nativa do México, de onde se dispersou. Hoje, é amplamente encontrada em áreas tropicais e subtropicais ao redor do mundo, sendo considerada natural ou cultivada em diversas regiões do Brasil (como o cerrado e áreas litorâneas).

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea trepadeira da família das leguminosas (Fabaceae). Nativa das Américas e amplamente naturalizada, destaca-se pelo rápido crescimento, alta capacidade de cobertura do solo e flores de coloração arroxeada escura. É uma planta volúvel (trepadeira) ou prostrada, com ramos pilosos e finos que se entrelaçam facilmente sobre outras vegetações ou cercas. Com raízes subterrâneas, axiais e ramificadas. Caule, aéreo, trepadores e volúveis. Já as suas folhas ~soa compostas, alternas e trifolioladas (compostas por três folíolos). Os folíolos são geralmente ovados e frequentemente lobados (com recortes laterais). Com inflorescências são racemos axilares (longos cabos que nascem na junção da folha com o caule). Já as flores são assimétricas e possuem uma corola vermelho-escura a roxo-escura (atropurpurea). Com frutos em vagem (legume) linear, alongada, que geralmente mede mais de 6 centímetros de comprimento e abriga diversas sementes em seu interior. É uma planta valorizada historicamente em pastagens por sua capacidade de fixação de nitrogênio no solo e bom valor forrageiro. No entanto, por sua rusticidade e rápido crescimento, pode se comportar como planta invasora, sendo tolerante a alguns herbicidas.

 

FOTOS: Fotos da lateral da Igreja Mórmon (Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), Caumé, Boa Vista, Roraima, 14 maio 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

Macroptilium atropurpureum (DC.) Urb. In world flora online. Disponível em: https://www.worldfloraonline.org/taxon/wfo-0000181719 Acesso em: 16 mai. 2026

 

SNAK, C. et al. Macroptilium in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB29785>. Acesso em: 16 mai. 2026

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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quinta-feira, 14 de maio de 2026

SENNA OBTUSIFOLIA (L.) H. S. IRWIN & BARNEBY







 

ESPÉCIESenna obtusifolia (L.) H. S. Irwin & Barneby 

 

PSEUDÔNIMO: fedegoso, fedegoso-branco ou mata-pasto

FAMÍLIA:  Fabaceae Lindl.

CICLO DE VIDA: anual

ORIGEM: América do Norte e da América do Sul tropical. Amplamente classificada como planta daninha e popularmente conhecida como fedegoso, é classificada hoje como uma espécie cosmopolita, dispersa por todos os trópicos e subtrópicos do planeta.

CARACTERISTICAS: é um subarbusto da família Fabaceae, comum em áreas degradadas, pastagens e lavouras. Ela é uma planta infestante que compete agressivamente em quase todas as culturas como feijão, milho, soja e outras. Mas possui usos medicinais na medicina tradicional. Subarbusto ereto, ramificado. Com raízes axiais, subterrâneas e ramificadas. Caule ereto e ramificado. Folhas alternas e compostas, geralmente com 3 pares de folíolos (6 foliolos) em formato obovado (largo e arredondado no ápice). Com flores amarelas, agrupadas em inflorescências do tipo racemos axilares. Os seus frutos são secos, deiscentes, em forma de vagem longa, arqueada ou curva (daí o nome vagem-foice), que contém sementes com casca dura e alta dormência, permitindo que permaneçam viáveis no solo por anos. Essa planta ocorre em solos areno-argilosos e áreas alteradas, desde o México até a Argentina, além de vasta ocorrência em quase todos os estados brasileiros. É uma planta daninha problemática e de difícil controle tradicional em pastagens e lavouras (especialmente na região Centro-Oeste do Brasil). Apesar de invasora, é usada na recuperação de áreas degradadas devido ao seu crescimento rápido e capacidade de fixação de nitrogênio. Na medicina popular, suas folhas e raízes são utilizadas para tratar afecções hepáticas, febres e como purgativo.

 

FOTOS: Fotos de um terreno baldio, Caranã, Boa Vista, Roraima, Brasil, 14 maio 2026.

 

 

REFERÊNCIAS:

 

BORTOLUZZI, R. L. C. et al. Senna in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB23161>. Acesso em: 14 mai. 2026 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

SILVA, M. J. et al. Sinopse taxonômica do gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) na Região Centro-Oeste do Brasil. Rodriguésia 69(2): 733-763. 2018 http://rodriguesia.jbrj.gov.br DOI: 10.1590/2175-7860201869233 Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860201869233 Acesso em: 14 mai. 2026 

 

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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