sábado, 4 de abril de 2026

ALPINIA PURPURATA (VIEILL.) K. SCHUM.



 

ESPÉCIEAlpinia purpurata (Vieill.) K. Schum.

PSEUDÔNIMO: Alpínia, Gengibre-vermelho

FAMÍLIA:  Zingiberaceae Martinov

CICLO DE VIDA:  perene, a adaptação a diferentes condições de luz e o uso versátil em paisagismo brasileiro.

ORIGEM: é originária das florestas tropicais do Sudeste Asiático e região do Pacífico Ocidental, incluindo Nova Caledônia, Ilhas Salomão e Maluku.

CARACTERISTICAS: é uma herbácea rizomatosa perene, nativa da Ásia e Oceania, muito utilizada no paisagismo tropical. Destaca-se por suas inflorescências terminais eretas com brácteas vermelhas (ou rosa/brancas) persistentes, atingindo de 1,2 a 4 metros de altura, formando touceiras densas. De raízes subterrânea, fasciculadas e ramificas. Caule subterrâneo e rizomatoso. Folhas lanceoladas, verde-escuras, largas e sésseis, produzidas em talos densos. Com inflorescência terminal, pluriflora, brácteas vermelhas (não as flores verdadeiras), monopodial com espigas eretas. Flores são pequenas, brancas e tubulares, surgindo entre as brácteas vermelhas.  Sua propagação se dá por meio de divisão de touceiras. Tem preferência por clima tropical ou subtropical, sol pleno ou meia-sombra, solo úmido e rico em matéria orgânica.

 

FOTOS: da frente da Prefeitura de Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.

 

REFERÊNCIAS:

ALONSO, A. M & SOUSA-SILVA, J. C. Alpinia purpurata (Vieill.) K. Schum. Ornamental para cultura do Cerrado.  PLANATINA/DF: EMBRAPA CERRADO. 2010. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/883988/1/doc298.pdf Acesso em: 04 fev. 2026.

ANDRÉ, T.  Zingiberaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB110702>. Acesso em: 04 abr. 2026.

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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MUSA ORNATA ROXB.




 

ESPÉCIEMusa ornata Roxb.

 

PSEUDÔNIMO: bananeira-de-flores ou bananeira-ornamental

FAMÍLIA: Musaceae Juss.

CICLO DE VIDA: é uma espécie perene, amplamente cultivada para fins paisagísticos devido às suas brácteas rosa, lilás ou amarelas.

ORIGEM: é nativa do Sudeste Asiático, com origem principal no nordeste da Índia, Bangladesh, Birmânia (Myanmar) e regiões do Pacífico Ocidental.

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea perene da família Musaceae, nativa do sudeste asiático (Índia a Bangladesh). É amplamente cultivada para fins paisagísticos devido à sua inflorescência ereta, com brácteas vibrantes cor-de-rosa, lilás ou amarela, e folhas largas e imponentes.  Geralmente pode atingir entre 1,5 a 3 metros de altura, sendo ideal para jardins pequenos a médios ou vasos. Possui raízes fasciculadas e caule rizomatoso, subterrâneo, conhecido como rizoma, de onde emergem as raízes e as novas brotações. Suas folhas são grandes, alongadas e coriáceas, que podem atingir de 0,8 a 2,0 metros de comprimento e cerca de 36 cm de largura. A folhagem é verde-azulada ou verde-média, com uma nervura central robusta, apresentando um tom glauco suave. As folhas formam um pseudocaule verde e ereto. O que aparenta ser o tronco da bananeira não é um caule lenhoso, mas sim um pseudocaule. Ele é formado pelas bainhas foliares (bases das folhas) fortemente sobrepostas e compactadas. Com inflorescência ereta (cresce para cima), terminal, pluriflora, monopodial e do tipo cacho. Com brácteas de coloração rosa, lilás ou avermelhadas, mantendo a cor por semanas. Já as suas flores são pequenas, tubulares, amareladas ou alaranjadas, dispostas em fileiras (3 a 5 flores por bráctea). Seus frutos são pequenos, de cor amarelo-esverdeado a rosa-escuro ou carmesim, formando pequenos cachos de bananas que, embora atraentes, “não são comestíveis” (são cheios de sementes e com poupa escassa). Tem preferência por clima tropical úmido/subtropical, sol pleno ou meia-sombra, solo rico em matéria orgânica e bem drenado. Exige regas regulares para manter o solo úmido e proteção contra ventos fortes, que podem rasgar suas folhas. É uma espécie exótica e invasora, ocorrendo em regiões de Mata Atlântica e em alguns estados como Paraíba, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Chou a Roraima como planta ornamental.

 

FOTOS: da frente da Prefeitura de Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.

 

REFERÊNCIAS:

 

FERREIRA, J. P. R. Musaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB583143>. Acesso em: 04 abr. 2026. 

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

EUPHORBIA TITHYMALOIDES 'VARIEGATA'




 ESPÉCIEEuphorbia tithymaloides L.

VARIAÇÃO: Euphorbia tithymaloides 'Variegata'

PSEUDÔNIMO: Sapatinho-de-jardim, Sapatinho-de-vênus, Sapatinho-de-nossa-senhora ou

Dois-amores.

FAMÍLIAEuphorbiaceae Juss.

CICLO DE VIDA: perene

ORIGEM: nativa das Regiões tropicais e subtropicais (Américas).

CARACTERISTICAS: é uma planta amplamente conhecida no Brasil como Dois-amores, Sapatinho-de-jardim ou Sapatinho-do-diabo, é nativa de regiões tropicais e subtropicais. Sua origem geográfica específica abrange a América Central, partes do Caribe e o norte da América do Sul. Apresenta uma variedade chamada de variegada, sendo reconhecida por suas folhas com manchas brancas, cremes ou avermelhadas (quando expostas a mais sol), com o formato característico em ziguezague do caule. Possui raízes subterrânea, axiais e ramificas. Com caule em formato de "ziguezague", de cor verde-oliva a acinzentado. Já as suas folhas são suculentas, ovais e pontiagudas, apresentando uma variegação (mistura) de verde, branco, creme e tons rosados ou avermelhados, especialmente quando expostas ao sol. Inflorescência marcantes no final da primavera ou início do verão, caracterizadas por pequenas flores protegidas por brácteas vermelho-vivo, com formato peculiar que lembra um chinelo. As inflorescências surgem nas extremidades dos ramos em cimeiras dicotômicas, sendo incomuns em ambientes internos. Já as suas flores são pequenas, avermelhadas ou rosa-choque, com formato que lembra um sapatinho ou ave, surgindo no topo dos ramos. Esta planta possui uma seiva leitoso, tóxico, que pode causar irritação na pele e olhos. Tendo preferências por sol pleno ou meia-sombra. A coloração variegada é mais intensa com boa iluminação, mas pode precisar de proteção contra o sol forte do meio-dia em regiões muito quentes. Prefere solos bem drenável, rico em matéria orgânica, tolerante a solos arenosos. Com regas moderadas. Deve-se deixar o solo secar entre as regas, pois é uma suculenta e não tolera encharcamento. De fácil propagação por estaquia de ramos, preferencialmente na primavera ou verão. É uma planta arbusto semilenhoso que pode atingir de 1 a 2 metros de altura, crescendo de forma moderada.

FOTOS: da frente da Prefeitura de Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.

 

REFERÊNCIAS:

Euphorbia tithymaloides L. I love Flores. 2025. Disponível em: https://iloveflores.com/como-plantar-sapatinho-jardins/ Acesso em: 03 abr. 2026.

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

SILVA, O. L. M. et al. Euphorbia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB36087>. Acesso em: 03 abr. 2026.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

OLDENLANDIA CORYMBOSA L.




ESPÉCIEOldenlandia corymbosa L. 

FAMÍLIA: Rubiaceae Juss.

CICLO DE VIDA: é uma erva anual, comum como erva daninha em regiões tropicais e subtropicais.

ORIGEM: nativa das regiões tropicais da África, incluindo Madagascar, e da Índia.

CARACTERISTICAS: é uma erva anual, rasteira ou ereta (10-50 cm), com caules quadrangulares e folhas opostas, lineares a elípticas. Nativa de regiões tropicais, é comum em solos cultivados e terrenos baldios. Produz pequenas flores brancas/arroxeadas e frutos em cápsula, sendo conhecida também como erva-daninha.  Erva anual de porte pequeno, ereto ou prostrado (rasteiro). Possui raízes axiais, subterrânea e ramificada. Com caule quadrangular, frequentemente ramificado desde a base. Folhas opostas, sésseis (sem pecíolo), com formato linear-elíptico ou lanceolado. Com flores pequenas, solitárias ou em inflorescências cimosas (2 a 4 flores), com corola infundibuliforme (em forma de funil) branca ou arroxeada. Frutos capsulados, globosos, pequenos, contendo numerosas sementes minúsculas e castanhas. Crescendo em ambientes tropicais e subtropicais, comum em beiras de estradas, campos cultivados e terrenos baldios. Sendo utilizada na medicina tradicional e suas folhas podem ser consumidas, sendo ricas em vitamina C. É uma espécie pantropical com grande capacidade de adaptação. 

 

FOTOS: Fotos da casa da Mari, Boa Vista, Roraima, Brasil, 01 abril 2025.   

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

NUÑEZ FLORENTÍN, M. et al. Oldenlandia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em; <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB14127>. Acesso em: em02 abril 2026.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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EUPHORBIA PROSTRATA AITON




ESPÉCIEEuphorbia prostrata Aiton

PSEUDÔNIMO: quebra-pedra-rasteira

FAMÍLIA: Euphorbiaceae Juss.

CICLO DE VIDA: é uma planta herbácea anual. Seu ciclo de vida é rápido, completando-se em poucos meses, e reproduzindo-se por sementes. 

ORIGEM: é uma planta nativa das regiões tropicais e subtropicais ao redor do mundo, ela é frequentemente descrita como uma planta de origem tropical, nativa das Américas ou com forte presença nas áreas antrópicas.

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea rasteira, anual ou perene, com caules finos que crescem rente ao solo (prostrados), formando tapetes ou pequenas manchas. Raízes subterrânea, axial e ramificada. Caule avermelhados ou arroxeados, frequentemente com uma linha de pelos finos (pubescentes). Folhas pequenas, opostas, elípticas a oblongas, com bordas finamente serrilhadas próximo ao ápice. Com inflorescência é um ciátio, uma estrutura especializada que simula uma única flor (pseudanto), comum nesse gênero. Esses ciátios são geralmente axilares, surgindo nas axilas das folhas, frequentemente em pequenos grupos ou fascículos. Sendo consiste em uma pequena estrutura em forma de taça (involucro) que contém flores masculinas reduzidas a um único estame e uma única flor feminina central, que posteriormente produz o fruto. Com glândulas com pequenos apêndices petaloide, que auxiliam na atração de polinizadores. É uma floração discreta, muitas vezes imperceptível devido ao tamanho reduzido e à cor esverdeada ou avermelhada. Com frutos muito pequenas, capsulados, peludas com três lóculos, contendo sementes rugosas. Possui um látex branco (seiva leitosa) quando cortada ou quebrada, característica marcante do gênero Euphorbia. É uma planta nativa do Caribe e partes da América do Sul. Com dispersão amplamente naturalizada em regiões tropicais e subtropicais do mundo, crescendo comumente como erva daninha em calçadas, jardins, beiras de estradas e terrenos baldios. Sendo uma planta adaptada a solos compactados e ambientes ensolarados. Segundo ‘comentários’, tem seu uso na medicina popular como diurética e para auxiliar na eliminação de cálculos renais.

 

FOTOS: Fotos da frente da residência da Dona Gel, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 01 abril 2026. 

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

SILVA, O. L. M. et al. Euphorbia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB25520>. Acesso em: 02 abr. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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CURCUMA LONGA L.





 

ESPÉCIECurcuma longa L.

PSEUDÔNIMO: açafrão-da-terra ou cúrcuma

FAMÍLIA:  Zingiberaceae Martinov

CICLO DE VIDA: é caracterizado como uma cultura perene, embora seja cultivada comercialmente como anual devido ao seu ciclo de colheita.

ORIGEM:  é nativa do sul da Ásia tropical, com origem provável na Índia e regiões vizinhas como Indonésia, China e Sudeste Asiático.

CARACTERISTICAS: é uma planta de rizomas alaranjados, folhas grandes e verde-escuras, e inflorescências amarelo-pálidas, atingindo de 1 a 1,5 metro de altura. É uma planta que possui raízes subterrâneas, fasciculadas e ramificadas. Com rizoma subterrânea que é a parte principal da planta (caule horizontal), casca castanha-amarelada e interior intensamente alaranjado, com cheiro balsâmico e sabor picante. Folhas grandes, lanceoladas, oblongas e verde-escuras, dispostas em pecíolos longos. Inflorescência do tipo terminal, pluriflora, racemosa do tipo espiga. Com flores pequenas de cor amarela, agrupadas em espigas, geralmente estéreis. Com ciclo de vida perene, mas cultivada como anual, com floração no final do ciclo, quando as folhas começam a secar. De clima tropical e subtropical, com temperaturas entre 20°C e 30°C e alta umidade. Sendo utilizada o rizoma como especiaria (pó), corante natural, na culinária e medicina popular. No entanto, essa planta possui composto ativo, a curcumina, valorizada por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

 

FOTOS: Fotos da casa da Mari, Boa Vista, Roraima, Brasil, 01 abril 2025.   

 

REFERÊNCIAS:

 

ANDRÉ, T. 2020. Zingiberaceae in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil2020.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB609221>. Acesso em: 02 abr. 2026

 

Disponível em: https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=7633C7FFF9690B2FC63904D736E94FDD?https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=quantidadeResultado=20&d-16544-p=24&d-16544-t=testemunhos&nomeFamilia=Zingiberaceae&https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=qtdMaxima=&modoConsulta=LISTAGEM  Acesso em: 01 abril 2026.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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segunda-feira, 30 de março de 2026

ALOCASIA MACRORRHIZOS (L.) G.DON 'VARIEGATA'




 

ESPÉCIEAlocasia macrorrhizos (L.) G.Don 'Variegata'

 

PSEUDÔNIMO: Orelha-de-elefante-variegata, Taro-gigante-variegata ou Inhame-de-macaco.

FAMÍLIA:  Araceae Juss.

 

CICLO DE VIDA: é uma planta perene tropical de crescimento rápido, conhecida por suas folhas gigantescas e ciclo de vida adaptado a ambientes úmidos e quentes.

ORIGEM: originária das regiões tropicais do Sudeste Asiático, incluindo Malásia, Filipinas, Indonésia e partes da Oceania. Nativa de florestas tropicais, prospera em locais quentes e úmidos, espalhando-se naturalmente da Índia até a Polinésia. 

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea, perene e robusta. Na nativa do Sudeste Asiático, famosa por suas folhas verdes enormes, eretas e brilhantes, que podem passar de 1 metro de comprimento, sendo muito utilizada no paisagismo tropical.  Possui raízes fasciculadas, ramificas, aéreas e subterrâneas. Caule ereto e espesso. Folhas sagitadas (formato de ponta de seta/coração) de um verde intenso, com bordas levemente onduladas e textura coriácea, sustentadas por pecíolos longos. Seu rizoma possui um tipo inhame que serve como reserva de energia. Já as suas inflorescências produzem espádices brancas/creme envoltas por uma espata verde, comuns em Aráceas, mas geralmente ocultas pelos pecíolos. Têm preferencias por meia-sombra ou luz difusa, solo rico em matéria orgânica, bem drenado e alta umidade, sendo ideal para jardins tropicais ou vasos grandes. As Alocasias, contém cristais de oxalato de cálcio, sendo tóxica se ingerida crua por humanos e animais de estimação, podendo causar sérias irritações na boca e garganta. Essa planta é muito valorizada pelo seu visual exuberante e "selvagem", criando pontos focais em jardins, atuando bem em áreas de piscina (sem sol direto intenso) ou em composições com plantas de clima úmido tropical. 

 

FOTOS: da frente da Prefeitura de Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.    

 

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

Araceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB631376>. Acesso em: 30 mar. 2026.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

OLIVIA, C. N. et al. Uma revisão abrangente sobre o valor nutricional, fatores antinutricionais, acidez, propriedades medicinais e aplicações culinárias da Alocasia macrorrhizos. Pharmacological Research Modern Chinese Medicine. 2026. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/org/science/article/pii/S2753809525001759 Acesso em: 30 mar. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

Boa Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!

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