sábado, 31 de janeiro de 2026

BISMARCKIA NOBILIS HILDEBRANDT E H. WENDL.



 

ESPÉCIEBismarckia nobilis Hildebrandt e H. Wendl.

PSEUDÔNIMO: Palmeira-azul ou Palmeira-de-bismarck

FAMÍLIA: Arecaceae Bercht. & J.Presl.

CICLO DE VIDA: perene, caracterizado por um crescimento lento a moderado, com vida longa e alta resistência após o estabelecimento do plantio. 

ORIGEM: é uma espécie nativa da ilha de Madagascar, localizada no continente africano. 

CARACTERISTICAS: é uma planta conhecida popularmente como Palmeira-azul ou Palmeira-de-Bismarck, é uma espécie ornamental de grande porte, muito valorizada no paisagismo pela sua cor singular e estrutura majestosa. Ela pertence à família Arecaceae e é nativa de Madagascar. Essa planta pode ultrapassar os 25 metros no seu habitat natural. Seu tronca em forma de estipe, solitário, robusto, com diâmetro de 30 a 45 cm, às vezes até 60 cm. De raízes robusta e profunda, exigindo espaço adequado.  A superfície é cinza-prateada a bronze, com cicatrizes foliares proeminentes. Folhagens com folhas em formato de leque (palmatilobadas), grandes, com até 1,5 m de diâmetro. A coloração mais comum é azul-prateado (glauco), mas existe uma variedade verde. A copa é ampla, exigindo um espaço de pelo menos 6 a 8 metros de diâmetro. É uma planta dióica (plantas com flores masculinas e plantas com flores femininas) e produzir pingente, interfolio inflorescências de pequenas flores marrons que, em plantas femininas, maduro para um marrom drupas ovóide, contendo cada um uma única semente. Inflorescências pendentes, simples indefinidas e do tipo cacho. Com flores amareladas. Os frutos são drupas marrons/pretas, que surgem no verão, comestíveis, mas geralmente usados apenas para produção de licores ou geleias.  É uma planta de sol pleno. Necessita de alta intensidade solar para manter a cor azulada e o crescimento vigoroso. De clima Tropical, Subtropical e Mediterrâneo. É resistente ao calor intenso e ao frio, suportando temperaturas próximas de 0°C. Adaptável a vários tipos de solo, mas prefere solos bem drenáveis, ricos em matéria orgânica. Após o pleno estabelecimento, é bastante resistente à seca. No entanto, a irrigação regular durante o crescimento inicial estimula um desenvolvimento mais rápido. Uso ideal para áreas externas amplas, alamedas, jardins de estilo tropical ou como exemplar isolado.

 

FOTOS: Fotografado no SETRABES/RR (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), Boa Vista, Roraima Brasil, 30 jan. 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

 

Arecaceae na Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:< https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609395 >. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em31 jan. 2026

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.


QUEIROZ. A. BISMARCKIA NOBILIS. Blog Trabalhos escolares2022. Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/search?q=palmeira+azul Acesso em: 31 jan. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

 

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

CYMBOPOGON WINTERIANUS JOWITT EX BOR

 



ESPÉCIECymbopogon winterianus Jowitt ex Bor

PSEUDÔNIMO: citronela.

FAMÍLIAPoaceae Barnhart.

CICLO DE VIDA: perene, erva, herbácea, caule ereto e cilíndrico.  

ORIGEM: é uma planta nativa da Ásia tropical, com origens específicas na Índia meridional ou Sri Lanka. 

CARACTERISTICAS: é uma planta popularmente conhecido como Citronela. É uma gramínea perene, aromática e tropical, amplamente cultivada para a extração de óleo essencial, sendo considerada uma das melhores fontes de citronela devido à sua alta concentração de princípios ativos. É uma erva que forma touceiras densas, fortes e compactas, atingindo geralmente de 1 a 2 metros de altura. Apresenta folhas longas, estreitas, de coloração verde-clara a intensa, com bordas cortantes e aroma cítrico forte que lembra eucalipto-limão. Caule em forma de colmos e geralmente avermelhados ou arroxeados na base. Suas inflorescências são raras no cultivo, que é feito primordialmente por divisão de touceiras. É uma planta essencial por seus princípios ativos como o Citronelal, Geraniol e Citronelol. Esses princípios ativos são aromáticos de fragrância fresca, cítrico, intenso e doce. É um excelente repelente de insetos (especialmente mosquitos Aedes aegypti), bactericida, antifúngico e antiespasmódico. Deve ser cultivada em clima tropical e subtropical, exigente em luz solar direta (sol pleno) e calor. Com solos areno-argilosos, férteis e com boa drenagem. Sua propagação pode ser vegetativa, por divisão de touceiras. Altamente utilizado na fabricação de velas, incensos, sprays e loções. Na indústria usada como matéria-prima para perfumes, sabonetes, detergentes, desinfetantes e produtos de limpeza.

 

FOTOS: Fotografado no SETRABES/RR (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), Boa Vista, Roraima Brasil, 30 jan. 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

 

Cymbopogon in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB615071>. Acesso em: 30 jan. 2026

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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MORINDA CITRIFOLIA L.




 

ESPÉCIEMorinda citrifolia L.

PSEUDÔNIMO: noni.

FAMÍLIA: Rubiaceae Juss.

CICLO DE VIDA: perene, lenho, resistente, ereto e cilíndrico.  

ORIGEM:  é uma espécie nativa do Sudeste Asiático, estendendo sua origem a regiões tropicais e subtropicais da Ásia e Austrália.

CARACTERISTICAS: é uma planta popularmente conhecida como noni, medicinal, da família Rubiaceae Juss., nativa do sudeste asiático e amplamente difundida em regiões tropicais, incluindo o Brasil (especialmente no Roraima). É conhecida por seu uso na medicina tradicional, mas seu consumo tem sido alertado pelas autoridades sanitárias (ANVISA) devido a relatos de toxicidade hepática. É um arbusto ou pequena árvore perene, com altura variando de 3 a 6 metros, podendo chegar a 9 metros de altura. Apresenta seu caule ereto, com casca lisa e cor verde-acinzentada. Folhas simples, grandes, ovaladas, com coloração verde brilhante e nervuras profundas. Inflorescência globosa. Flores pequenas, brancas e tubulares. Já os seus frutos são múltiplos e de formato ovoide. Passam do verde para amarelo e, quando maduros, ficam quase brancos/translúcidos. O fruto apresenta odor forte e desagradável, amadurecendo o ano todo. Suas sementes são triangulares, de coloração avermelhada, contendo pequenas bolsas de ar que permitem flutuar na água.

TOXICIDADE/SEGURANÇA: estudos alertam para o risco de hepatotoxicidade (danos ao fígado) com o uso prolongado do suco.

ANVISA: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desaconselha o uso de produtos à base de Morinda citrifolia (Noni) para fins terapêuticos.

CONTRAINDICAÇÕES: Pessoas com doenças renais ou que necessitem de restrição de potássio devem evitar o consumo. 

 

FOTOS: Fotografado no SETRABES/RR (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), Boa Vista, Roraima Brasil, 30 jan. 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

Rubiaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB129013>. Acesso em: 30 jan. 2026.

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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REUNIÃO PEDAGÓGICA, ESCOLA ESTADUAL ANA LIBORIA, BOA VISTA, RORAIMA, BRASIL, 30 JAN. 2026.




 Todos os créditos desse vídeo vai para o Professor Shigeaki Alves. 

REUNIÃO PEDAGÓGICA QUINTA E SEXTA-FEIRA, BOA VISTA, RORAIMA, BRASIL, 30 JAN. 2026.









 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

GUADUA SARCOCARPA LONDOÑO & P. M. PETERSON




 

ESPÉCIEGuadua sarcocarpa Londoño & P. M. Peterson

PSEUDÔNIMO: Taboca, Bambu

FAMÍLIA: Poaceae Barnhart

CICLO DE VIDA: perene, lenho, resistente, ereto, colmo, cilíndrico, com nós e entrenós bem marcante.  

ORIGEM:  é uma espécie de bambu lenhosa, nativa da América do Sul, com origem centrada na região da Amazônia. Ela é predominante em florestas de terra firme, ocorrendo especificamente no Brasil.

CARACTERISTICAS: é uma espécie de bambu arborescente, lenhoso e espinhoso. Nativo da Amazônia. Com rizoma paquimorfo (bambu curtos, grossos e entouceirantes do tipo simpodial), cresce em touceiras, alcançando de 20 a 27 metros de altura. Possui colmos (caules) cilíndricos e ocos com 9-17 cm de diâmetro. A espécie é caracterizada por seus frutos carnosos, uma particularidade entre os bambus. Ocorre no sudoeste da Amazônia, em florestas de terra firme, bordas de mata e clareiras. É utilizado na construção civil, confecção de escadas, cercas e varas de pesca. Encontrado em densidades significativas na região amazônica.

FOTOS: Fotografado no Par Anauá, Boa Vista, Roraima Brasil, 28 jan. 2026.  

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

Guadua in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB24288>. Acesso em: 29 jan. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

JORNADA PEDAGÓGICA, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E DESPORTOS DO ESTADO DE RORAIMA, BOA VISTA, RORAIMA, BRASIL, 28 JAN. 2026

 














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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

REUNIÃO PEDAGÓGICA

Reunião pedagógica de 27 de Janeiro de 2026

                                             Reunião pedagógica de 26 de janeiro de 2026. 



 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

ABELMOSCHUS ESCULENTUS (L.) MOENCH




 

ESPÉCIE: Abelmoschus esculentus (L.) Moench

PSEUDÔNIMO: Quiabo

FAMÍLIA: Malvaceae Juss.

CICLO DE VIDA: é uma planta herbácea, perene, cultivada anualmente, ereta, de crescimento rápido.

ORIGEM:  tem origem incerta, mas é amplamente aceito como nativo da África Ocidental, com provável centro de origem nas regiões montanhosas da Etiópia e Sudão. A espécie, da família Malvaceae, já era cultivada no Egito desde 12 séculos antes de Cristo.

CARACTERISTICAS: é uma planta popularmente conhecido como quiabo, com ciclo de vida anual, da família Malvaceae e originária da África. Caracteriza-se por caules e folhas pilosos, folhas lobadas, flores amarelas com centro roxo e frutos em forma de cápsula verde, fibrosa e viscosa (mucilagem). É rico em fibras, vitaminas e potássio, cultivado em climas tropicais/subtropicais. É uma erva perene frequentemente cultivada como anual, atingindo até 2 metros de altura. Com folhas simples, palmadas, com 5 a 7 lóbulos e bordas serrilhadas. Os caules e folhas são cobertos por pelos finos que podem causar irritação. Flores axilares, grandes, de cor amarela, geralmente com uma mancha vermelha ou roxa na base. Com frutos em forma de uma cápsula deiscente (abre-se quando madura), cônica, pentagonal (seção transversal), de cor verde a marrom, contendo numerosas sementes. A viscosidade é sua característica culinária mais notável. Têm preferências a solos férteis, bem drenados e climas quentes. A colheita ocorre entre 47 a 97 dias após o plantio. Usado na alimentação (frutos jovens), medicinais (raízes e frutos pela mucilagem) e industrial (fibras do caule). É um fruto rico em potássio, cálcio, magnésio e fibras solúveis, com baixa caloria. 

FOTOS: Fotografado na residência da Mary, Boa Vista – Roraima, Brasil, 26 jan. 2026.  

 

REFERÊNCIA:

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

Malvaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB611510>. Acesso em: 26 jan. 2026 

 

SWAMY, K.R.M. ORIGIN, DISTRIBUTION, TAXONOMY, BOTANICAL DESCRIPTION, CYTOGENETICS, GENETIC DIVERSITY AND BREEDING OF Okra (Abelmoschus esculentus (L.) Moench.) International Journal of Development Research Vol. 13, Issue, 03, pp. 62026-62046, March, 2023 https://doi.org/10.37118/ijdr.26440.03.2023. Disponível em: https://www.journalijdr.com/origin-distribution-taxonomy-botanical-description-cytogenetics-genetic-diversity-and-breeding-okra Acesso em 26 jan. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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domingo, 25 de janeiro de 2026

ALLAMANDA CATHARTICA L.



 

ESPÉCIEAllamanda cathartica L.

PSEUDÔNIMO: alamanda amarela

FAMÍLIA: Apocynaceae

CICLO DE VIDA: Perene

ORIGEM: é uma planta nativa da América Central e do Sul, com ocorrência confirmada em todo o território brasileiro. É uma trepadeira, perene e tóxica, muito utilizada no paisagismo por suas grandes flores amarelas em forma de trombeta. 

CARACTERISTICAS: é uma trepadeira lenhosa perene nativa do Brasil, famosa por suas grandes flores amarelas em forma de trombeta que florescem quase o ano todo. É uma planta ornamental de crescimento rápido, ideal para cercas e pérgulas, exigindo sol pleno e solo fértil. É uma trepadeira semi-lenhosa ou subarbusto, atingindo de 2 a 8 metros de comprimento. Possui flores grandes, amarelas, infundibuliformes (forma de trombeta). Apresenta suas folhas de coloração verde intenso e brilhantes, elípticas ou oblongas, geralmente em verticilos de 3 ou 4. Produz um látex branco (latescente) em todas as partes da planta. Seus frutos são secos, deiscentes, capsulados septífragas (ruptura dos septos paralela ao eixo do fruto). Na cápsula elipsoidais com pequenos espinhos. Essa planta prefere clima tropical ou subtropical, sol pleno, solo rico em matéria orgânica e regas regulares. É uma planta tóxica se ingeridas, podendo causar vômitos, diarreia e dermatites no contato.

FOTOS: Fotografado no canteiro da Prefeitura de Boa Vista, Bairro Cauamé, Boa Vista – Roraima, Brasil, 24 Jan. 2026.  

 

REFERÊNCIA:

Allamanda in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB4508>. Acesso em: 25 jan. 2026.

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

QUEIROZ, A. ALLAMANDA CATÁRTICA. Blog Trabalhos Escolares. Boa Vista. Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/2022/07/allamanda-catartica.html Acesso em 25 jan. 2026.  

 

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TECOMARIA CAPENSIS (THUNB.) SPACH.

 


ESPÉCIETecomaria capensis (Thunb.) Spach.

PSEUDÔNIMO: Madressilva-do-cabo, Tecomária, Chupamieles del Cabo.

FAMÍLIA: Bignoniaceae. 

CICLO DE VIDA: Perene

ORIGEM: nativo da África Austral.

CARACTERISTICAS: é uma planta arbustiva, lenhoso de crescimento rápido, semi-ereto a escandente (pode apoiar-se em cercas, muros ou outras plantas). Com folhas compostas, opostas, com 5 a 9 folíolos elípticos ou ovados de cor verde-escura e bordas serrilhadas. Já as suas inflorescências são terminais, com flores tubulares, ligeiramente curvas, com coloração variando do laranja ao vermelho-alaranjado. Prefere sol pleno a meia-sombra, sendo cultivada em regiões tropicais, subtropicais e temperadas. Mostra alguma resistência ao frio. Suas florações ocorrem durante o ano todo, principalmente quando a planta está madura. É uma planta ornamental, ótimo para sebes (cercas-vivas), devido à sua alta capacidade de rebrota após a poda. Multiplica por estaquia. Portanto é uma planta amplamente valorizada na jardinagem pela sua floração intensa e por atrair polinizadores como beija-flores.  

FOTOS: Fotografado no canteiro da Prefeitura de Boa Vista, Bairro Cauamé, Boa Vista – Roraima, Brasil, 24 Jan. 2026.  

 

REFERÊNCIA:

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

LOHMANN, L.G.et al. Bignoniaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB594461>. Acesso em: 25 jan. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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