quinta-feira, 30 de abril de 2026
terça-feira, 28 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
quinta-feira, 23 de abril de 2026
quarta-feira, 22 de abril de 2026
LAPORTEA AESTUANS (L.) CHEW
ESPÉCIE: Laportea aestuans (L.) Chew
PSEUDÔNIMO: urtiga-vermelha, urtiga-mansa, urtigão e urtiga-de-jardim.
FAMÍLIA: Urticaceae
CICLO DE VIDA: ciclo de vida curto a médio,
frequentemente agindo como anual ou bianual,
ORIGEM: provável origem na África tropical, disseminada
posteriormente como nativa ou introduzida em regiões tropicais e subtropicais
das Américas e Ásia. No Brasil, é considerada nativa e amplamente distribuída,
ocorrendo em quase todos os estados brasileiros.
CARACTERISTICAS:
é uma planta herbácea da família Urticaceae, nativa e pantropical. É uma
PANC (Planta Alimentícia Não Convencional) conhecida por causar queimaduras
leves na pele, mas com alto valor nutricional e medicinal. É uma erva
anual ou subarbusto que cresce entre 0,2 a 1,8 metros de altura. Com raízes
axiais, subterrâneas e ramificadas. Com caules estriados, com diâmetro de 2 a
10 mm, apresentando coloração frequentemente avermelhada. Com denso a esparso
indumento de tricomas urentes (pelos urticantes) e tricomas simples
longos. Folhas com lâminas ovais a elípticas, com o ápice acuminado, margem
serreada-crenada a dentada e alternas. Pecioladas e inflorescências em cimosas,
podem ser unissexuais ou bissexuais, medindo 5-19 cm, com flores pequenas
esverdeadas. Pantropical, ocorrendo em diversas regiões do Brasil,
frequentemente em áreas de Caatinga. Têm preferencias por solos úmidos e
sombreados, nascendo espontaneamente durante períodos chuvosos. É uma PANC.
As suas folhas são comestíveis após o preparo.
Recomenda-se escaldar (ferver) ou fritar para eliminar o efeito
urticante. São ricas em vitaminas A e C. Relatada na medicina popular com
atividades anti-inflamatórias, antimicrobianas, analgésicas e antioxidantes. Estudos
indicam boa concentração de cálcio nas folhas.
FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS
PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06
dez 2025. https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/
REFERÊNCIAS:
ALMEIDA, R.B.P.; ANTAR, G.M. Strelitziaceae in Flora
e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível
em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609303>.
Acesso em: 03 fev. 2026
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
GAGLIOTI, A. L. LAPORTEA in Flora
e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB15049>.
Acesso em: 22 abr. 2026.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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#BoaVistaRoraimaBrasil #RuahDeDeus!
... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com
#PlantaÉCultura!
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OXYCARYUM CUBENSE (POEPP. & KUNTH) PALLA
ESPÉCIE: Oxycaryum cubense (Poepp. & Kunth) Palla
PSEUDÔNIMO: Capim-de-água e
Capim-flutuante
FAMÍLIA: Cyperaceae
CICLO DE VIDA: é uma planta perene, o que
significa que o seu ciclo de vida se estende por mais de dois anos, permitindo
que a planta sobreviva e se reproduza ao longo de várias estações.
ORIGEM: é uma macrófita aquática nativa com ampla distribuição nas
regiões tropicais e subtropicais das Américas incluindo todo o Brasil.
CARACTERISTICAS: é uma
planta herbácea perene, que pode ser emersa ou flutuante. Apresenta um caule
ereto, com colmos (hastes) que variam geralmente entre 40 e 110 cm, podendo
atingir até 1,5-3 metros de altura em condições ideais. Suas raízes são
subterrâneas, fasciculadas e ramificadas. Seu caule aéreo ereto, tipicamente
triangular. Já as suas folhas são longas e finas, com cerca de 3 a 4,5 mm de
largura. Com inflorescência terminal, composta geralmente por 30 a 40 espigas,
com um aspecto aglomerado. As espigas são sésseis (sem pecíolo) e ovadas.
Frutos envoltos por uma bráctea largamente ovados a orbiculares, com margens
escábridas (ásperas) e bico bífido. Com habitat em zonas ribeirinhas, lagos,
riachos, igarapés e áreas de várzea. É uma espécie chave na formação de ilhas
flutuantes, criando um substrato para outras plantas (epífitas casuais). Tolera
inundações periódicas e é comum em áreas de várzea na Amazônia e em áreas de
Cerrado e Pampa. É uma espécie amplamente distribuída, com ocorrência em diversas
regiões do Brasil, adaptando-se bem a corpos d'água, inclusive em áreas com
maturação de matéria orgânica.
FOTOS: fotos da Oficina do Oficina
do Valdir – Multimarcas, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima,
Brasil, 27 mar. 2026.
REFERÊNCIAS:
ALMEIDA, R.B.P.; ANTAR, G.M. Strelitziaceae in Flora
e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível
em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609303>.
Acesso em: 03 fev. 2026
Cyperaceae in Flora e
Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:
<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB7238>.
Acesso em: 08 abr. 2026
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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SPHAGNETICOLA TRILOBATA (L.) PRUSKI
ESPÉCIE: Sphagneticola trilobata (L.) Pruski
PSEUDÔNIMO: margaridinha-da-praia
FAMÍLIA: Asteraceae
CICLO DE VIDA: perene - conhecida por
seu ciclo de vida vigoroso, rápida propagação e resistência.
ORIGEM: é uma planta nativa das Américas, com ocorrência destacada
no Brasil, México e Argentina.
CARACTERISTICAS:
é uma planta herbácea perene amplamente utilizada no paisagismo e na
recuperação de áreas degradadas devido às suas características técnicas de
rusticidade, rápido crescimento, estolonífera (caule que se espalha pelo solo e
enraíza nos nós) e rasteira formando tapetes densos. Com raízes subterrânea,
axiais e ramificadas. Caule com nós e entre nós, cilíndricos, pubescentes e
verde. Folhas opostas, carnosas, verde-brilhantes, com formato oval, elíptico
ou rômbico, frequentemente trilobadas (três lóbulos), com margens serrilhadas e
pelos ásperos. Inflorescências em capítulos solitários, amarelos, similares a
pequenas margaridas, que florescem quase o ano todo. É uma planta de sol pleno
(ideal para maior floração) ou meia-sombra. Tem preferencias por solos férteis.
Tolera umidade excessiva e seca, sendo muito rústica. De clima tropical e
subtropical. Propagando por divisão da planta (divisão de touceiras) ou
estaquia dos ramos, pois enraízam facilmente nos nós.
FOTOS: da frente da Prefeitura de
Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.
REFERÊNCIAS:
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
MONDIN, C. A.; MENDES, D. M. Sphagneticola in Flora
e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB16304>.
Acesso em: 22 abr. 2026.
QUEIROZ, A. TRABALHOS ESCOLARES. 2026. Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/search?q=Sphagneticola+trilobata+%28L.%29+Pruski
Acesso em: 22 abr. 2026.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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segunda-feira, 20 de abril de 2026
ANTHURIUM PALLIDIFLORUM ENGL.
ESPÉCIE: Anthurium pallidiflorum Engl.
PSEUDÔNIMO: antúrio
FAMÍLIA: Araceae
CICLO DE VIDA: é uma planta perene,
endêmica das florestas úmidas do Equador, caracterizada por seu ciclo de vida
contínuo e crescimento lento. Diferente de antúrios comuns de vaso, ele é
apreciado por suas folhas longas, pendentes e aveludadas, sendo uma espécie
tropical que prospera sob condições específicas.
ORIGEM: é uma espécie nativa das florestas tropicais úmidas
do oeste do Equador. Esta planta, conhecida por suas folhas longas e
pendentes, cresce predominantemente como epífita, fixando-se em troncos de
árvores.
CARACTERISTICAS: é uma
planta herbácea perene, amplamente reconhecida por suas folhas pendentes e
textura aveludada. É nativa do oeste do Equador e muito apreciada no cultivo
ornamental. A seguir, sua descrição científica detalhada. Tem habitat epífita
(cresce sobre árvores) ou, ocasionalmente, terrícola. Com raízes carnosas e
adaptadas para fixação em substratos como cascas de árvores, com entrenós
curtos, com cerca de 1,5 a 2,0 cm de diâmetro. Os catafilos (estruturas que
protegem as folhas jovens) deixam fibras pálidas e persistentes após secarem.
Suas folhas caracterizam-se por serem mais notáveis, estreitas, longas, pendentes
do tipo lâmina, subcoriácea (semirrígida), de coloração verde-escura com face
superior opaca e levemente aveludada, e face inferior um pouco mais pálida e
também opaca. Com nervura central (midrib) é convexa, mais pálida e pode
apresentar pontuações na face superior; na face inferior, é fracamente convexa
e mais pálida. As nervuras laterais primárias são pouco ou nada elevadas em
ambas as faces. Suas inflorescências com flores pouco vistosas, reunidas em uma
espádice (estrutura alongada) protegido por uma espata (bráctea). Seu pedúnculo
geralmente mais curto que as folhas. Espata de cor esverdeada, por vezes
pálida, e de formato linear. Espádice de coloração esbranquiçada ou
amarelo-claro. Já a infrutescência é pendente, formando bagas de coloração
vermelho-brilhante quando maduras. A espécie é endêmica do oeste do Equador. Com
hábitos tropicais úmidas de baixa altitude e também florestas nebulares, em
áreas com alta umidade e temperaturas amenas, sendo encontrada em altitudes
entre 1.000 e 2.000 metros acima do nível do mar. Prefere ambientes sombreados
e bem drenados, crescendo como epífita em troncos e galhos. Portanto, como a
maioria das espécies do gênero Anthurium, esta planta contém cristais de
oxalato de cálcio em todas as suas partes, sendo tóxica se ingerida e podendo
causar irritação severa na pele e mucosas. Deve-se manter a planta fora do
alcance de crianças e animais de estimação.
FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS
PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 20 abr. 2026. https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/
REFERÊNCIAS:
Anthurium pallidiflorum Engl. In
Secretariado do GBIF (2023). Taxonomia Básica do GBIF. Disponível em: https://doi.org/10.15468/39omei Acesso
em: 20 abr. 2026
Arecaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim
Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=3C4C906D6F7C5B323841F29ADB474EA5?https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=quantidadeResultado=20&d-16544-p=412&d-16544-t=testemunhos&genero=Anthurium
Acesso em: 20 abr. 2026.
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
Boa Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!
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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com
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