sábado, 18 de abril de 2026

LEUCOPHYLLUM FRUTESCENS (BERLAND.) I.M. JOHNST.









 

ESPÉCIELeucophyllum frutescens (Berland.) I.M. Johnst. 

PSEUDÔNIMO: chuva-de-prata

FAMÍLIA:  Scrophulariaceae Juss.

CICLO DE VIDA: perene

ORIGEM:  é uma espécie nativa de regiões desérticas e semiáridas da América do Norte. Sua origem principal concentra-se no sudoeste dos Estados Unidos (especialmente Texas e Novo México) e no norte do México, incluindo a região do Deserto de Chihuahua.

CARACTERISTICAS: é um arbusto perene, lenhoso e altamente ornamental, valorizado pela sua resistência e folhagem prateada. Nativo de regiões áridas do México e sudoeste dos EUA, é ideal para paisagismo de baixa manutenção. Essa planta é caracterizada por possuir raízes axiais, subterrâneos e ramificados. Com caule pouco herbáceo, cilíndrico, ramificado e compacto. Folhas ovais, alternas e onduladas, cobertas por uma penugem (pubescência) esbranquiçada/prateada, que confere um aspecto de feltro e reflete a luz solar para conservar água. Suas inflorescências são solitárias, pequenas, axilares e de formato tubular ou afunilado. Já as suas flores são de cores violeta, roxa, rosa ou branca, aveludadas, dependendo da variedade. Essa floração ocorre após as chuvas de verão. É um arbusto adaptável a solos pobres, mas exige excelente drenagem. Prefere solos arenosos, alcalinos ou neutros. Com baixa necessidade de rega. Tolerante à seca após estabelecida. Com baixa manutenção. Aceita podas, sendo ideal para modelar como cerca-viva ou arbusto em topiado.  Com uso paisagístico ideal para jardins xerófitos (secos), rochosos e de inspiração desértica.

 

FOTOS: da frente da Prefeitura de Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.

 

REFERÊNCIAS:

 FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

QUEIROZ, A. LEUCOPHYLLUM FRUTESCENS. TRABALHS ESCOLARES. 2023. Disponível em:  https://affonsoqueiroz.blogspot.com/search?q=chuva+de+prata Acesso em: 18 abr. 2026. 

 

SOUZA, V. C.; COELHO, G. P.; MIOTTO, S. T. S. Scrophulariaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB608884> Acesso em: 18 abr. 2026. 

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com

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AMARANTHUS PALMERI







 

ESPÉCIEAmaranthus palmeri

PSEUDÔNIMO: caruru

FAMÍLIA:  Amarantáceas A.Juss.

CICLO DE VIDA: é uma planta anual de ciclo curto.

ORIGEM: é originário das regiões desérticas do sudoeste dos Estados Unidos e do norte do México.

CARACTERISTICAS: é uma das ervas daninhas mais agressivas que existe no mundo contemporâneo. Caracterizada por um crescimento rápido, alta resistência aos herbicidas e podendo gerar muitas sementes por planta. É uma espécie dioica (plantas masculinas e femininas separadas), com folhas dispostas em roseta, pecíolos longos e caules lisos. Tem habitat herbácea anual, ereta, que pode ultrapassar de altura. Essa planta dioica, com inflorescências espinhosas ao toque. Com raízes pivotante e forte. Com caule liso, sem pelos (glabro) ou com pouca pilosidade, estriado longitudinalmente. Já as suas folhas apresentam uma marca em "V" invertido e pecíolos maiores que o limbo foliar. Suas inflorescências são caracterizadas por serem longas, cilíndricas e não ramificada, formando picos terminais. Suas flores femininas possuem brácteas (folhas modificadas) espinhosas, que dão um aspecto áspero ou espinhoso à inflorescência quando tocadas. Já as flores masculinas apresentam-se mais macias ao toque, geralmente com pólen. No entanto, a suas sementes são produzidas pelas plantas com flores femininas produzem sementes muito pequena, de coloração roxo-escura e tamanho minúsculo.

 

FOTOS: fotos da Frente do polo aquático do Caranã, Boa Vista, Roraima, Brasil, 15 abr. 2026.

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

GAZZIERO, D. L. P. E ADEGAS, F. S. Amaranthus palmeri no Brasil. EMBRAPA: LONDRINA/PR. 2026. ISSN 2176-2899. Disponível em:< https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1033720/1/comunicadotecnico88OL.pdf >. Acesso em: 18 abr. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

 

SENNA, L. R.  Amaranthus em Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:< https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB132260 >. Acesso em: 18 abr. 2026.

 

 

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