segunda-feira, 20 de abril de 2026

ANTHURIUM PALLIDIFLORUM ENGL.





 

ESPÉCIEAnthurium pallidiflorum Engl.

PSEUDÔNIMO: antúrio

FAMÍLIA:  Araceae

CICLO DE VIDA:  é uma planta perene, endêmica das florestas úmidas do Equador, caracterizada por seu ciclo de vida contínuo e crescimento lento. Diferente de antúrios comuns de vaso, ele é apreciado por suas folhas longas, pendentes e aveludadas, sendo uma espécie tropical que prospera sob condições específicas. 

ORIGEM: é uma espécie nativa das florestas tropicais úmidas do oeste do Equador. Esta planta, conhecida por suas folhas longas e pendentes, cresce predominantemente como epífita, fixando-se em troncos de árvores.

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea perene, amplamente reconhecida por suas folhas pendentes e textura aveludada. É nativa do oeste do Equador e muito apreciada no cultivo ornamental. A seguir, sua descrição científica detalhada. Tem habitat epífita (cresce sobre árvores) ou, ocasionalmente, terrícola. Com raízes carnosas e adaptadas para fixação em substratos como cascas de árvores, com entrenós curtos, com cerca de 1,5 a 2,0 cm de diâmetro. Os catafilos (estruturas que protegem as folhas jovens) deixam fibras pálidas e persistentes após secarem. Suas folhas caracterizam-se por serem mais notáveis, estreitas, longas, pendentes do tipo lâmina, subcoriácea (semirrígida), de coloração verde-escura com face superior opaca e levemente aveludada, e face inferior um pouco mais pálida e também opaca. Com nervura central (midrib) é convexa, mais pálida e pode apresentar pontuações na face superior; na face inferior, é fracamente convexa e mais pálida. As nervuras laterais primárias são pouco ou nada elevadas em ambas as faces. Suas inflorescências com flores pouco vistosas, reunidas em uma espádice (estrutura alongada) protegido por uma espata (bráctea). Seu pedúnculo geralmente mais curto que as folhas. Espata de cor esverdeada, por vezes pálida, e de formato linear. Espádice de coloração esbranquiçada ou amarelo-claro. Já a infrutescência é pendente, formando bagas de coloração vermelho-brilhante quando maduras. A espécie é endêmica do oeste do Equador. Com hábitos tropicais úmidas de baixa altitude e também florestas nebulares, em áreas com alta umidade e temperaturas amenas, sendo encontrada em altitudes entre 1.000 e 2.000 metros acima do nível do mar. Prefere ambientes sombreados e bem drenados, crescendo como epífita em troncos e galhos. Portanto, como a maioria das espécies do gênero Anthurium, esta planta contém cristais de oxalato de cálcio em todas as suas partes, sendo tóxica se ingerida e podendo causar irritação severa na pele e mucosas. Deve-se manter a planta fora do alcance de crianças e animais de estimação.

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 20 abr. 2026.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

 

REFERÊNCIAS:

 

Anthurium pallidiflorum Engl. In Secretariado do GBIF (2023). Taxonomia Básica do GBIF. Disponível em: https://doi.org/10.15468/39omei Acesso em: 20 abr. 2026 

 

Arecaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=3C4C906D6F7C5B323841F29ADB474EA5?https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=https://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/BemVindoConsultaPublicaHVConsultar.do;jsessionid=quantidadeResultado=20&d-16544-p=412&d-16544-t=testemunhos&genero=Anthurium Acesso em: 20 abr. 2026.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com

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WODYETIA BIFURCATA A. K. IRVINE

 


ESPÉCIEWodyetia bifurcata A. K. Irvine

PSEUDÔNIMO:  Palmeira Rabo de Raposa

FAMÍLIA: Arecaceae Bercht. & J.Presl.

CICLO DE VIDA: é perene - é uma palmeira de crescimento rápido que atinge a maturidade em 8 a 10 anos. Seu ciclo de vida envolve propagação por sementes, produzindo frutos vermelhos-alaranjados que atraem dispersores. Prefere sol pleno e solo bem drenado, sendo popular no paisagismo. 

ORIGEM: é uma espécie nativa do nordeste da Austrália.

CARACTERISTICAS: é uma espécie exótica da família Arecaceae, nativa da Austrália, altamente valorizada no paisagismo por seu aspecto ornamental singular. É uma espécie de grande porte, crescendo rapidamente. Pode atingir de 10 a 12 metros de altura em média, podendo chegar a até 30 metros em condições ideais. Com raízes fasciculadas, subterrânea e ramificada. Seu caule em forma de Estipe, com tronco único, liso, esguio e de cor cinza-claro a esbranquiçado, com anéis notáveis (cicatrizes foliares). Apresenta uma leve dilatação na base e uma "coroa" verde na parte superior. Já as suas folhas são pinadas, exuberantes e longas, com cerca de 2,5 a 3 metros de comprimento. O diferencial é o formato dos folíolos, que são inseridos em torno do ráquis de forma desordenada, conferindo uma aparência plumosa e cilíndrica, lembrando a cauda de uma raposa. Com suas inflorescências ramificadas que emergem da base da coroa verde. Os frutos são ovalados (globosos), medindo de 5 a 6,5 cm, e mudam de verde para vermelho-alaranjado quando maduros, contendo uma única semente. Essa planta tem preferência por clima tropical, subtropical ou temperado quente. É uma planta de sol pleno. Têm preferências por solos férteis, bem drenados, mas tolera diversos tipos de solo e é relativamente tolerante à seca após estabelecida. De crescimento rápido, levando cerca de 8 a 10 anos para atingir a maturidade. É uma planta muito utilizado em arborização urbana, alinhamentos (ruas e avenidas), jardins públicos e particulares, devido ao seu visual "limpo" (não costuma acumular folhas secas, que caem inteiras) e raízes que geralmente não causam problemas à infraestrutura.

 

FOTOS: da frente da Prefeitura de Boa Vista, São Francisco, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 março 2025.

 

REFERÊNCIAS:

Arecaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609627>. Acesso em: 20 abr. 2026 

 

CIRILO-DA-SILVA, J. H. et al. Arborização e paisagismo das praças públicas e parques em duas cidades no Vale do Jaguaribe, Ceará, Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física. 2024. v.17, n.4, 2729-2753, Disponível em: https://orcid.org/0000-0003-0450-2609 Acesso em:  20 abr. 2026 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

Wodyetia bifurcata A.K.Irvine in GBIF Secretariat (2023). GBIF Backbone Taxonomy. Disponível em: https://doi.org/10.15468/39omei Acesso em: GBIF.org on 2026-04-20.

 

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