quarta-feira, 22 de abril de 2026

LAPORTEA AESTUANS (L.) CHEW






 

ESPÉCIELaportea aestuans (L.) Chew

PSEUDÔNIMO: urtiga-vermelha, urtiga-mansa, urtigão e urtiga-de-jardim.

FAMÍLIA:  Urticaceae

CICLO DE VIDA: ciclo de vida curto a médio, frequentemente agindo como anual ou bianual, 

ORIGEM: provável origem na África tropical, disseminada posteriormente como nativa ou introduzida em regiões tropicais e subtropicais das Américas e Ásia. No Brasil, é considerada nativa e amplamente distribuída, ocorrendo em quase todos os estados brasileiros. 

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea da família Urticaceae, nativa e pantropical. É uma PANC (Planta Alimentícia Não Convencional) conhecida por causar queimaduras leves na pele, mas com alto valor nutricional e medicinal. É uma erva anual ou subarbusto que cresce entre 0,2 a 1,8 metros de altura. Com raízes axiais, subterrâneas e ramificadas. Com caules estriados, com diâmetro de 2 a 10 mm, apresentando coloração frequentemente avermelhada. Com denso a esparso indumento de tricomas urentes (pelos urticantes) e tricomas simples longos. Folhas com lâminas ovais a elípticas, com o ápice acuminado, margem serreada-crenada a dentada e alternas. Pecioladas e inflorescências em cimosas, podem ser unissexuais ou bissexuais, medindo 5-19 cm, com flores pequenas esverdeadas. Pantropical, ocorrendo em diversas regiões do Brasil, frequentemente em áreas de Caatinga. Têm preferencias por solos úmidos e sombreados, nascendo espontaneamente durante períodos chuvosos. É uma PANC. As suas folhas são comestíveis após o preparo. Recomenda-se escaldar (ferver) ou fritar para eliminar o efeito urticante. São ricas em vitaminas A e C. Relatada na medicina popular com atividades anti-inflamatórias, antimicrobianas, analgésicas e antioxidantes. Estudos indicam boa concentração de cálcio nas folhas. 

 

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

 

REFERÊNCIAS:

 

ALMEIDA, R.B.P.; ANTAR, G.M. Strelitziaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609303>. Acesso em: 03 fev. 2026

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

GAGLIOTI, A. L. LAPORTEA in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB15049>. Acesso em: 22 abr. 2026.

 

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

Boa Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!

#BoaVistaRoraimaBrasil #RuahDeDeus!

... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com

#PlantaÉCultura!  

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OXYCARYUM CUBENSE (POEPP. & KUNTH) PALLA



 

ESPÉCIEOxycaryum cubense (Poepp. & Kunth) Palla

PSEUDÔNIMO: Capim-de-água e Capim-flutuante

FAMÍLIA:  Cyperaceae

CICLO DE VIDA: é uma planta perene, o que significa que o seu ciclo de vida se estende por mais de dois anos, permitindo que a planta sobreviva e se reproduza ao longo de várias estações.

ORIGEM: é uma macrófita aquática nativa com ampla distribuição nas regiões tropicais e subtropicais das Américas incluindo todo o Brasil.

CARACTERISTICAS: é uma planta herbácea perene, que pode ser emersa ou flutuante. Apresenta um caule ereto, com colmos (hastes) que variam geralmente entre 40 e 110 cm, podendo atingir até 1,5-3 metros de altura em condições ideais. Suas raízes são subterrâneas, fasciculadas e ramificadas. Seu caule aéreo ereto, tipicamente triangular. Já as suas folhas são longas e finas, com cerca de 3 a 4,5 mm de largura. Com inflorescência terminal, composta geralmente por 30 a 40 espigas, com um aspecto aglomerado. As espigas são sésseis (sem pecíolo) e ovadas. Frutos envoltos por uma bráctea largamente ovados a orbiculares, com margens escábridas (ásperas) e bico bífido. Com habitat em zonas ribeirinhas, lagos, riachos, igarapés e áreas de várzea. É uma espécie chave na formação de ilhas flutuantes, criando um substrato para outras plantas (epífitas casuais). Tolera inundações periódicas e é comum em áreas de várzea na Amazônia e em áreas de Cerrado e Pampa. É uma espécie amplamente distribuída, com ocorrência em diversas regiões do Brasil, adaptando-se bem a corpos d'água, inclusive em áreas com maturação de matéria orgânica.

 

FOTOS: fotos da Oficina do Oficina do Valdir – Multimarcas, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 27 mar. 2026.

 

REFERÊNCIAS:

 

ALMEIDA, R.B.P.; ANTAR, G.M. Strelitziaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609303>. Acesso em: 03 fev. 2026

 

Cyperaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB7238>. Acesso em: 08 abr. 2026

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

Boa Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!

#BoaVistaRoraimaBrasil #RuahDeDeus!

... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com

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