quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

FICUS MICROCARPA L. F.

 


ESPÉCIEFicus microcarpa L. f.

PSEUDÔNIMO: figueira-asiática, figueira-da-china ou figueira-lacerdinha.

FAMÍLIA: Moraceae Gaudich.

CICLO DE VIDA: é uma planta de crescimento lento, perene, podendo iniciar a sua vida como planta epífita (crescendo sobre outras árvores) antes de se tornar uma árvore independente. 

ORIGEM: é uma planta nativa da Ásia tropical (sul da China, Taiwan, Sri Lanka, Índia), além de áreas da Malásia, Austrália e ilhas do Pacífico Ocidental. É uma espécie que prospera em climas quentes e úmidos, comum em florestas tropicais, margens de rios e manguezais. 

CARACTERISTICAS: é uma espécie arbórea tropical perenifólia da família Moraceae, muito valorizada no paisagismo e na arte do bonsai devido à sua folhagem densa, raízes aéreas esculturais e adaptabilidade. Pode se tornar uma árvore de grande porte no seu habitat natural (pode atingir 15 a 25 metros de altura ou mais, com copa larga), mas comumente mantida como arbusto ou arvoreta quando cultivada em vasos ou paisagismo urbano. Com raízes aéreas finas e pendentes que, ao tocar o solo, desenvolvem-se em raízes-pilares robustas, conferindo um aspecto de "figueira-de-bengala" (banyan). Seu caule é liso e de cor cinza-claro a acinzentado. Já as suas folhas são simples, alternas, coriáceas (textura de couro), ovadas a elípticas, com 2 a 14 cm de comprimento. A cor é verde-escura e brilhante na face superior (adaxial). Suas flores são minúsculas, escondidas dentro de um receptáculo carnudo (sicônio). Os frutos são pequenos (0,6 a 1 cm de diâmetro), de formato subgloboso, mudando de cor de verde para amarelo ou vermelho escuro/preto quando maduros. Tem preferência por clima tropical e subtropical, prosperando em ambientes quentes e úmidos. Exige sol pleno a meia-sombra. O sol direto ajuda a manter a copa compacta, enquanto a sombra pode deixá-la mais estiolada. Adapta-se a diversos solos, mas prefere ricos em húmus, com boa drenagem, pH levemente ácido a neutro. De crescimento rápido, com alta capacidade de regeneração após podas. Tolera ambientes costeiros, poluição atmosférica (dióxido de enxofre, chumbo) e solos compactados. É uma planta ideal para jardins extensos (isolada), parques e como planta de interior em vasos. Aceita um solo drenado e não tolera encharcamento.

 

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

REFERÊNCIAS:

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

PEDERNEIRAS, L. C.; MACHADO, A. F. P.; SANTOS, O. D. A. Ficus in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB594385>. Acesso em: 04 fev. 2026. 

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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RHAPIS EXCELSA (THUNB.) A. HENRY


ESPÉCIERhapis excelsa (Thunb.) A. Henry

PSEUDÔNIMO: Palmeira-ráfis, Palmeira-dama e Ráfis

FAMÍLIAArecaceae Bercht. & J. Presl.

CICLO DE VIDA: é uma palmeira perene de crescimento lento. 

ORIGEM: Nativa da China, cresce cerca de 30 cm por ano, atingindo de 2 a 4 metros de altura (ou menos em vasos). Adaptável, prefere meia-sombra, solo rico em matéria orgânica e regas frequentes. 

CARACTERISTICAS: é uma planta ornamental muito apreciada pela sua versatilidade e elegância, sendo amplamente utilizada em paisagismo interno e externo. É uma palmeira rústica, de crescimento lento, originária do sul da China e Vietnã. Essa palmeira forma touceiras densas, com múltiplos caules finos que lembram bambus. Seu caule (Estipe) é fibroso e cobertos por bainhas marrons enquanto jovens. Com o tempo, as folhas caem, revelando um tronco cilíndrica, com nós e entrenós semelhantes aos anéis. Suas folhas são palmas (em formato de leque), profundamente divididas em segmentos (de 5 a 10 segmentos) com pontas dentadas. Apresentam uma cor verde-escura brilhante e textura coriácea. É uma palmeira de porte pequeno a médio, atingindo geralmente entre 1,5 a 3 metros de altura, mas pode chegar a 4 metros em condições ideais. Suas inflorescências são pequenas, amarelas ou brancas, embora o florescimento seja raro em ambientes internos.  Tem preferência por maia sombra ou luz difusa. Não aprecia sol direto, que pode queimar suas folhas e torná-las amareladas. E uma planta ideal para ambientes internos como salas, escritórios e varandas, sendo muito resistente ao ar-condicionado. Gosta de solo úmido, mas nunca encharcado. O encharcamento pode apodrecer as raízes. Tem preferência por solo fértil, rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Muito sensível ao frio extremo e geadas. Prefere temperaturas quentes e úmidas. É uma planta que não é tóxica para os pets como os cães e os gatos. Se propaga por sementes ou pela divisão de touceiras. E recomendamos fazer a remoção das folhas secas ou manchadas para melhorar a ventilação e estética. 

 

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

REFERÊNCIAS:

 

Arecaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB598343>. Acesso em: 04 fev. 2026. 

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

RAVENALA MADAGASCARIENSIS SONN.



 

ESPÉCIERavenala madagascariensis Sonn.

PSEUDÔNIMO: árvore-do-viajante. 

FAMÍLIA:  Strelitziaceae Hutch. 

CICLO DE VIDA: é uma planta perene de crescimento rápido, famosa por seu porte exuberante, com folhas grandes em forma de leque e um ciclo de vida que a transforma de um arbusto baixo em uma árvore imponente.  

ORIGEM: é uma espécie nativa e endêmica da maior ilha do continente africano Madagascar. 

CARACTERISTICAS: é uma planta popularmente conhecida como árvore-do-viajante, é uma planta ornamental de grande impacto visual, nativa de Madagáscar. Destaca-se por seu tronco longo e folhas dispostas em leque, lembrando uma bananeira, podendo atingir de 6 a 12 metros de altura. Gosta de sol pleno, clima quente/úmido e é ideal para paisagismo tropical. Com suas folhas grandes, persistentes e verde-escuras, organizadas em um leque horizontal, que tendem a se orientar na direção leste-oeste. Com caule longo, ereto e semelhante ao de uma palmeira (embora não seja). É uma planta de crescimento rápido, com porte arbustivo/escultural, ideal para grandes jardins e espaços amplos. Com inflorescência composta por grandes brácteas em forma de leque ou barco, que se assemelham à strelitzia, mas com porte muito maior e cor verde. Suas flores são brancas pequenas e numerosas aparecem dentro dessas brácteas. Seus frutos são em forma de cápsulas lenhosas que, ao abrir, revelam sementes cobertas por um arilo azul-brilhante, atraindo aves. Suas inflorescências surgem no topo do tronco, geralmente no meio do "leque" de folhas, indicando a maturação da planta, que pode levar alguns anos para florescer. Já as suas flores são grandes flores brancas, com inflorescências semelhantes a bananas, e frutos em forma de cápsulas secas. Prefere solos férteis, ricos em matéria orgânica e bem drenados, com necessidade de rega regular para manter o solo úmido. Adaptada a clima tropical/subtropical, não tolerando geadas ou temperaturas muito baixas. 

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

 

REFERÊNCIAS:

 

ALMEIDA, R.B.P.; ANTAR, G.M. Strelitziaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609303>. Acesso em: 03 fev. 2026

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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TERMINALIA MANTALY H. PERRIER



 

ESPÉCIETerminalia mantaly H. Perrier

PSEUDÔNIMO: Sete copas africanas

FAMÍLIACombretaceae R.Br.

CICLO DE VIDA: perene, árvore, lenhosa., caule ereto e cilíndrico.  

ORIGEM:  é uma árvore originária de Madagascar. 

CARACTERISTICAS: é uma árvore conhecida popularmente como sete-copas-africana ou amendoeira-de-madagascar, é uma árvore ornamental de porte médio a grande de 10 a 20 metros de altura, nativa de Madagascar. Caracteriza-se pelo seu tronco reto, casca cinza-clara e copa simétrica disposta em camadas horizontais distintas, proporcionando excelente sombra e um aspecto elegante ao paisagismo. Essa árvore é caducifólia (pode perder folhas no inverno) com crescimento rápido, atingindo entre 10 a 20 metros de altura. A copa é notavelmente arranjada em camadas (estratos), criando um efeito de guarda-sol. Com suas folhas pequenas, espatuladas, verde-brilhantes, dispostas de forma densa nas pontas dos ramos. Já o seu caule é reto, com casca lisa e de cor cinza-pálida, por vezes com manchas. Com pequenas inflorescências simples indefinidas do tipo espiga. Com flores pequenas, esverdeadas e sem pétalas, dispostas em espigas eretas. Já os seus frutos são drupas pequenas, lisas, sem asas e de cor verde. Essa planta prefere climas tropicais e subtropicais, sendo adaptável, mas não tolera geadas intensas. Gosta de sol pleno e solos com boa drenagem. Muito utilizada em projetos paisagísticos urbanos, parques, praças e ruas, sendo ótima para áreas que necessitam de conforto térmico (sombra). Tem baixa manutenção, sendo resistente, mas a irrigação regular é recomendada para melhor desenvolvimento. 

 

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

 

REFERÊNCIAS:

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

NACIONAL PARK. SITE FLORA E FAUNA. 13 JAN. 2026. Disponível em: https://www.nparks.gov.sg/florafaunaweb/flora/2/7/2762 Acesso em 03 fev. 2026.  

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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