quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
CHRYSOTHEMIS PULCHELLA BLACK FLAMINGO
ESPÉCIE: Chrysothemis pulchella black flamingo
PSEUDÔNIMO: Begonia-negra
FAMÍLIA: Gesneriaceae Rich. & Juss. ex DC.
CICLO DE VIDA: é uma planta perene de ciclo
rápido, com floração intensa na primavera/verão e dormência no inverno.
ORIGEM: nativa da floresta amazônica brasileira.
CARACTERISTICAS: é uma
planta pertencente à família Gesneriaceae, ela é mais próxima das violetas
africanas e gloxínias. Suas hastes são suculentas, eretas e espessas, e brotam
diretamente das raízes, formando uma planta cheia e densa. Suas raízes são
axiais, subterrâneas e ramificadas. Caule eretos, aéreos, suculentos e
herbáceo. Já as suas folhas são grandes, opostas, verde-escuras com leve toque
acobreado, membranáceas e brilhantes. Com inflorescências que despontam durante
o ano inteiro, e são do tipo racemosa, densas, terminais, apresentando de
uma a nove flores de cálice laranja e persistente, com corola amarela, tubular,
que dura no máximo dois dias. Seus frutos são capsulados e bivalvar globosos.
Já as suas sementes são marrom-escuras, estriadas obliquamente, com funículos
brancos, longos e translúcidos. É uma planta que tem preferencia por solos bem
drenado, rico em material orgânico e não suporta encharcamento. Tem preferência
por meia sombra ou sol filtrados.
FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS
PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06
dez 2025. https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/
REFERÊNCIAS:
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
Gesneriaceae in Flora e
Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:
<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB119>.
Acesso em: 24 fev. 2026.
HARRI, L. Jardim Botânico Plantarum. Conheça a Begônia-Negra (Chrysothemis
pulchella). You tube. 22 jun.
2023. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ivZh1sx22qM
Acesso em: 24 fev. 2026.
QUEIROZ, A. Gesneriaceae in TRABALHOS
ESCOLARES. 04 jul. 20221. Disponível em:
https://affonsoqueiroz.blogspot.com/2021/07/episcia-cupreata-pink-panther.html
Acesso em: 24 fev. 2026.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
Boa Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!
#BoaVistaRoraimaBrasil #RuahDeDeus!
... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com
#PlantaÉCultura!
#JESUSéoSENHOR!
TRADESCANTIA FLUMINENSIS 'AUREA'
ESPÉCIE: Tradescantia fluminensis Vell.
VARIEDADE: Tradescantia fluminensis
'Aurea'
PSEUDÔNIMO: dinheiro-em-penca- amarelo
FAMÍLIA: Commelinaceae Mirb.
CICLO DE VIDA: é uma planta perene, de
crescimento rápido e muito rústica, que se propaga facilmente por estaquia
(ramos enraizados).
ORIGEM: é uma planta cultivar de uma espécie nativa
da América do Sul, especificamente encontrada em regiões do sudeste e
sul do Brasil, Uruguai e Argentina.
CARACTERISTICAS:
é uma planta cultivar, conhecida como Golden Inch Plant ou
lambari-dourado, é uma planta herbácea perene, de crescimento rápido, cultivada
principalmente pela sua folhagem vibrante e alegres. É uma forma variegada da
espécie nativa da América do Sul. Suas raízes são subterrâneas, axiais e ramificadas.
O seu caule é aéreo, rastejantes, herbáceos, cilíndricos, com nós e entrenós.
Quando esses nós entram em contato com aterra enraíza facilmente. Já a suas
folhas são pequenas, brilhantes, ovais, com cerca de 3-8 cm de comprimento. Sua
principal característica é a cor verde-amarelado brilhante com um dourado. Suas
flores são pequenas flores brancas com três pétalas, surgindo na ponta dos
ramos na primavera e início do verão. É uma planta de baixo (cerca de 15-20 cm
de altura), mas espalha-se amplamente (mais de 60 cm) como forração ou
pendente. Em condições de cultivo tem preferência por luz brilhante, indireta
ou meia-sombra. Tolerável sol direto pela manhã, mas excesso de sol direto,
especialmente no verão, pode queimar as folhas sensíveis. Já pouca luz reduz a
cor dourada, tornando-a mais verde. Tendo preferência por solo rico, húmido,
mas bem drenado. Adapta-se bem a misturas de vasos com perlite ou areia para
garantir boa drenagem. Essa planta tem preferência
por climas quentes e húmidos, com temperaturas ideais entre 15°C e 24°C. É
tolerante a temperaturas de até 20-25°F (-4°C a -6°C), mas prefere ambientes
mais quentes. As suas regas deverão serem regulares para manter o solo
levemente úmido, mas nunca encharcado. Deixe o solo secar um pouco na
superfície entre as regas. Sua propagação é extremamente fácil através de
cortes de caule (estacas) colocados em água ou solo úmido. A poda regular ajuda
a manter a planta densa e compacta, evitando o aspecto prolongados. Os ramos
podem voltar a ser verdes. Recomenda-se remover esses ramos verdes para manter
a coloração dourada, pois eles tendem a ser mais vigorosos. Portanto, é uma
planta toxica e pode causar irritação na pele (dermatite) se houver contato
direto com a seiva. A ingestão pode causar distúrbios gastrointestinais leves
em animais de estimação.
FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS
PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06
dez 2025. https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/
REFERÊNCIAS:
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
PELLEGRINI, M.O.O. Tradescantia in Flora
e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:
<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB126857>.
Acesso em: 24 fev. 2026.
QUEIROZ, A. Tradescantia in TRABALHOS
ESCOLARES. BLOG, 2021. Disponível em:https://affonsoqueiroz.blogspot.com/search?q=tradescantia
Acesso em: 24 fev. 2026.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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ALLAMANDA BLANCHETII A.DC.
ESPÉCIE: Allamanda blanchetii A.DC.
PSEUDÔNIMO: Alamanda-roxa ou
alamanda-rosa
FAMÍLIA: Apocynaceae Juss.
CICLO DE VIDA: é uma planta perene, o que
significa que vive por muitos anos, mantendo sua folhagem e estrutura crescendo
e embelezando os jardins.
ORIGEM: é
uma espécie nativa do Brasil. É endêmica do nordeste do
Brasil, especificamente encontrada na região da Caatinga (é o único bioma
exclusivo do Brasil, cobrindo cerca de 10-11% do território nacional, no
semiárido do Nordeste e norte de Minas Gerais. Conhecida como "mata
branca" (tupi-guarani), sua vegetação é adaptada à seca (xerófila),
perdendo folhas no período de estiagem, com rica biodiversidade e clima quente).
Crescendo em áreas secas e tropicais, sendo adaptada a climas quentes.
Pertencente à família Apocynaceae. É uma trepadeira volúvel ou arbusto
escandente (pode ser conduzida como arbusto com podas frequentes). Pode
ultrapassar os 5 metros de altura. Com raízes axiais, subterrâneas, ramificadas
e profundas. Caule lenhoso, trepador, ramificado e de uma coloração avermelhada
ou castanho. Folhas opostas ou verticiladas, elípticas, coriáceas (textura de
couro) e verde-escuras, com aspecto levemente opaco ou aveludado, diferindo das
folhas lisas e brilhantes da Alamanda amarela. Flores grandes, em formato de
trombeta (campanuladas), na cor rosa-violáceo a vinho, com a garganta mais
clara ou amarelada. Floresce intensamente na primavera e verão, mas pode
florescer o ano todo em climas quentes. Sua prevalência em sol pleno, por no mínimo
de 6 horas diárias para floração abundante e exuberante. Tem preferencias por
climas tropicais e subtropicais. Não tolera geadas fortes. Gosta de solo rico
em matéria orgânica, fértil e bem drenado. Tolera solos argilosos ou arenosos,
desde que não encharcados. Suas regas deverão serem moderadas. Deve-se manter o
solo úmido, mas evitar o encharcamento. É moderadamente tolerante à seca após
estabelecida. Recomendamos uma adubação rica em fósforo na primavera/verão para
estimular a floração. Já a sua poda deverá ser apenas para manter a forma
arbustiva ou trepadeira. Recomenda-se poda de limpeza no final do
inverno. O seu uso em treliças, arcos, pergolados, muros ou como arbusto
isolado acentua ainda mais a sua beleza. É uma planta que atrai beija-flores e
borboletas, por isso deverá ser cultivada em jardins. Porém, deverá ter um
cuidado especial, pois essa planta pertence a família Apocynaceae e é portadora
de uma seiva leitosa (látex) e tóxica, que pode causar dermatite de contato e
irritações oculares. A ingestão pode causar problemas gastrointestinais. É
muito rustica, tem alta resistência a pragas e doenças, mas pode ser afetada
por cochonilhas e pulgões. A sua propagação é por estaquia (ramos) na
primavera ou verão, podendo ser propagada por alporquia ou sementes (menos
comum).
FOTOS: Foi fotografada na Igreja
Menino Jesus, Mecejana, Boa Vista, Roraima, Brasil, em 22 fev.
2026. Comunidade Menino Jesus - @comunidademeninojesusrr -
IGREJA CATÓLICA - Paróquia @catedralcristoredentor - www.instagram.com › comunidademeninojesusrr
REFERÊNCIAS:
Allamanda blanchetii A.DC. in
TRABALHOS ESCOLARES. Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/2025/03/allamanda-blanchetii-adc.html
Acesso em 24 fev. 2026.
Allamanda in Flora e
Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:
<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB15539>.
Acesso em: 24 fev. 2026.
COUTINHO, L. M. Biomas brasileiros. São Paulo: Oficina de
Texto, 2016.
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
EUPHORBIA TITHYMALOIDES L.
ESPÉCIE: Euphorbia tithymaloides L.
PSEUDÔNIMO: Planta-do-diabo, Sapatinho-de-judeu
e Dois-irmãos
FAMÍLIA: Euphorbiaceae Juss.
CICLO DE VIDA: é uma planta perene.
ORIGEM: nativa das Américas Tropical e Subtropical, abrangendo
áreas do México, Flórida e América Central. Adaptada a climas quentes, é
cultivada ornamentalmente e pode ser encontrada em diversas regiões do Brasil,
embora não seja endêmica do país.
CARACTERISTICAS:
É uma planta perene, de crescimento arbustivo, nativa das regiões
tropicais e subtropicais das Américas. Arbusto suculento ereto, podendo
atingir de 60 cm a 3 metros de altura. É uma planta de crescimento lento a
médio. Com raízes subterrâneas, axiais e ramificas, Caules aéreos, marcante pela
sua coloração verde, carnudo e suculento, que cresce em um padrão
de ziguezague (ou em formato de espinha de peixe), com nós
alternados. Com folhas alternadas, simples, de formato oval a elíptico, com
ápice pontiagudo. A textura é macia e brilhante, por vezes com bordas
onduladas. Variedades variegadas podem apresentar manchas brancas ou
avermelhadas. Contém um látex leitoso branco, que é altamente irritante e tóxico.
Com inflorescências pequenas chamadas ciátios, envoltas por brácteas vermelhas
ou rosadas, com formato que lembra um pequeno sapatinho ou pássaro (daí o
nome Pedilanthus – "flor chinelo"). Sua floração se
dá no final da primavera ou início do verão. Seus frutos são pequenas cápsulas
lobadas que contêm sementes cinza-acastanhadas. Tem preferência por luz difusa
intensa ou sol pleno (em áreas mais frescas). A exposição ao sol forte ajuda a
intensificar as cores avermelhadas nas folhas e caules. Necessita de solo bem
drenado, de preferência arenoso ou próprio para suculentas. Não tolera
encharcamento. É uma planta resistente à seca. Deve-se regar moderadamente
durante a época de crescimento e reduzir drasticamente a água no inverno. Sua
propagação se dá por estacas de caule, permitindo que a base seque (cicatrize)
antes de plantar. As podas deverão serem para manter o formato de arbusto
compacto. A planta é considerada tóxica para humanos, cães e gatos. O
contato com a seiva (látex) causa dermatite de contato (irritação severa na pele)
e, se atingir os olhos, pode causar danos temporários ou permanentes à córnea.
No entanto, recomenda-se o uso de luvas e óculos de proteção ao manusear ou
podar. Portanto é uma planta usada em jardins tropicais, jardins de pedra,
vasos, ou como bordadura em áreas que suportam seca (xeropaisagismo).
FOTOS: Foi fotografada na Igreja
Menino Jesus, Mecejana, Boa Vista, Roraima, Brasil, em 22 fev.
2026. Comunidade Menino Jesus - @comunidademeninojesusrr -
IGREJA CATÓLICA - Paróquia @catedralcristoredentor - www.instagram.com › comunidademeninojesusrr
REFERÊNCIAS:
Euphorbia tithymaloides. Garden
Family. Facebook. 20 junho 2025. Disponível em: https://www.facebook.com/groups/4748162798584311/search/?q=Euphorbia%20tithymaloides
Acesso em: 23 fev. 2026.
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
SILVA, O. L. M. Et al. Euphorbia in Flora
e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:
<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB36087>.
Acesso em: 23 fev. 2026.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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PLUMERIA RUBRA L.
ESPÉCIE: Plumeria rubra L.
PSEUDÔNIMO: Jasmin-manga
FAMÍLIA: Apocynaceae Juss.
CICLO DE VIDA: é uma árvore perene de
crescimento lento.
ORIGEM: sua origem concentra-se no México, América Central e norte
da América do Sul (Colômbia e Venezuela). É uma espécie heliófila (adora sol),
amplamente cultivada em áreas tropicais e subtropicais devido às suas flores
aromáticas e ornamentais.
CARACTERISTICAS:
é uma planta arbórea ou arbustiva de origem tropical, muito valorizada
paisagisticamente por suas flores extremamente perfumadas e aparência rústica.
Pertence à família Apocynaceae e é nativa das Américas (México até a Colômbia e
Venezuela). Esse arbusto ou árvore de pequeno a médio porte, com copa
arredondada e espalhada. Com altura geralmente atinge de 2 a 8 metros, embora
possa ser mantida mais baixa através de podas. Com raízes subterrâneas, axiais
e ramificadas. Com caule suculento (espesso), com casca fina cinzenta e ramos
frágeis. Quando cortados, emitem um látex leitoso, branco e tóxico. Já as suas
folhas são grandes (30-50 cm), oblongas a elípticas, de cor verde brilhante,
geralmente agrupadas nas extremidades dos galhos. É uma
espécie caducifólia (perde as folhas no outono-inverno). Com
inflorescência muito perfumadas (aroma cítrico/jasmim), agrupadas em
inflorescências terminais (cachos). Possuem 5 pétalas cerosas e tons que variam
entre branco, amarelo, rosa, salmão e vinho (frequentemente com centro
amarelo). Com seus frutos cápsulas alongadas (folículos) de cor marrom,
raramente produzidos em cultivo. É uma planta de sol pleno e floração
intensa. Tem preferência por solos férteis, leves e, crucialmente, bem
drenados. Não tolera encharcamento, que pode causar apodrecimento das raízes.
De clima Tropical ou subtropical. Não tolera frio intenso ou geadas. As
suas regas deverão serem moderadas. Deve-se permitir que o solo seque entre as
regas. Durante a dormência (inverno), as regas devem ser reduzidas ou
suspensas. De fácil propagação por estaquia (cortes de ramos),
preferencialmente na primavera. No paisagismo, o ideal para uso isolado, em
grupos, ou em alinhamentos (avenidas/calçadas). Nos jardins temáticos dê
preferencias para jardins aromáticos ou tropicais. Também pode ser cultivada em
vasos grandes. Porém, devido ao seu perfume intenso, recomenda-se plantá-la a
alguma distância de dormitórios. É uma planta que possui látex leitoso
é tóxico se ingerido e pode causar irritação na pele e
mucosas. É recomendado o uso de luvas ao podar ou manusear a planta.
FOTOS: Foi fotografada na Igreja
Menino Jesus, Mecejana, Boa Vista, Roraima, Brasil, em 22 fev.
2026. Comunidade Menino Jesus - @comunidademeninojesusrr -
IGREJA CATÓLICA - Paróquia @catedralcristoredentor - www.instagram.com › comunidademeninojesusrr
REFERÊNCIAS:
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
Plumeria in Flora e Funga do Brasil. Jardim
Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB609189>.
Acesso em: 23 fev. 2026.
Plumeria in One. Disponível em: https://earthone.io/plant/plumeria%20rubra
Acesso em: 23 fev. 2026.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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domingo, 22 de fevereiro de 2026
LAGERSTROEMIA INDICA L.
ESPÉCIE: Lagerstroemia indica L.
PSEUDÔNIMO: Resedá
FAMÍLIA: Lythraceae J.St.-Hil.
CICLO
DE VIDA: é uma árvore caducifólia de
crescimento rápido, com ciclo de vida perene que pode ultrapassar 50 anos
de idade. Muito resistente e rustica.
ORIGEM: é nativa da Ásia, com origem específica na China, Índia,
Japão e Coreia. Adaptou-se muito bem aqui em Boa Vista, Roraima, Brasil.
CARACTERISTICAS:
é uma arvoreta decídua de pequeno a médio porte, ideal para calçadas e
paisagismo urbano devido ao seu sistema radicular menos agressivo. Nativa da
Ásia, é valorizada pela floração exuberante e prolongada no verão (branca,
rosa, roxa ou vermelha), com raízes axiais profundas, tronco liso e casca
marmorizada. De hábitos decíduas (perde as folhas no inverno), com copa globosa
ou irregular e tronco liso, descamante (casca fina solta em placas). Com suas
folhas simples, opostas ou subopostas, elípticas ou oblongas, com bordas
onduladas. Inflorescências em panículas terminais, com pétalas
crespas/frisadas, florescendo intensamente no verão. Flores pequenas e crespas,
reunidas em grandes cachos densos nas cores rosa, branco, roxo e vermelho. Já
os seus frutos são pequenos, capsulados, esféricas ou elipsoidais que mudam de
cor ao amadurecer, passando de verde para castanho. Ao amadurecer, a cápsula se
divide, geralmente em seis partes, para liberar as sementes, do tipo deiscentes.
Suas sementes são aladas e podem serem dispersadas pelo vento. É uma planta de
clima Subtropical, Tropical e Temperado (tolera invernos rigorosos entrando em
dormência). De sol pleno, solos férteis, bem drenados e ricos em matéria
orgânica. É uma planta que requer podas no período chuvoso para estimular a
floração. Usada no paisagismo, arborização de calçadas (sob fiação elétrica),
vasos e praças. Podendo ser propagadas por sementes, estaquia e
alporquia.
FOTOS: Foi fotografada na Igreja Menino Jesus, Mecejana, Boa
Vista, Roraima, Brasil, em 22 fev. 2026. Comunidade Menino Jesus
- @comunidademeninojesusrr - IGREJA CATÓLICA - Paróquia @catedralcristoredentor - www.instagram.com › comunidademeninojesusrr
REFERÊNCIAS:
FACCO,
M.G. et al. Lagerstroemia in Flora e Funga do
Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB610010>. Acesso em: 22 fev. 2026.
FERRI,
M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São
Paulo: Nobel, 1981.
LAGERSTROEMIA
INDICA. TRABALHOS ESCOLARES. 2024.
Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/2024/01/lagerstroemia-indica.html Acesso em: 22 fev. 2026.
VIDAL,
W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia:
quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV.
2021.
Boa
Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!
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...
por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com
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