ESPÉCIE: Allamanda blanchetii A.DC.
PSEUDÔNIMO: Alamanda-roxa ou
alamanda-rosa
FAMÍLIA: Apocynaceae Juss.
CICLO DE VIDA: é uma planta perene, o que
significa que vive por muitos anos, mantendo sua folhagem e estrutura crescendo
e embelezando os jardins.
ORIGEM: é
uma espécie nativa do Brasil. É endêmica do nordeste do
Brasil, especificamente encontrada na região da Caatinga (é o único bioma
exclusivo do Brasil, cobrindo cerca de 10-11% do território nacional, no
semiárido do Nordeste e norte de Minas Gerais. Conhecida como "mata
branca" (tupi-guarani), sua vegetação é adaptada à seca (xerófila),
perdendo folhas no período de estiagem, com rica biodiversidade e clima quente).
Crescendo em áreas secas e tropicais, sendo adaptada a climas quentes.
Pertencente à família Apocynaceae. É uma trepadeira volúvel ou arbusto
escandente (pode ser conduzida como arbusto com podas frequentes). Pode
ultrapassar os 5 metros de altura. Com raízes axiais, subterrâneas, ramificadas
e profundas. Caule lenhoso, trepador, ramificado e de uma coloração avermelhada
ou castanho. Folhas opostas ou verticiladas, elípticas, coriáceas (textura de
couro) e verde-escuras, com aspecto levemente opaco ou aveludado, diferindo das
folhas lisas e brilhantes da Alamanda amarela. Flores grandes, em formato de
trombeta (campanuladas), na cor rosa-violáceo a vinho, com a garganta mais
clara ou amarelada. Floresce intensamente na primavera e verão, mas pode
florescer o ano todo em climas quentes. Sua prevalência em sol pleno, por no mínimo
de 6 horas diárias para floração abundante e exuberante. Tem preferencias por
climas tropicais e subtropicais. Não tolera geadas fortes. Gosta de solo rico
em matéria orgânica, fértil e bem drenado. Tolera solos argilosos ou arenosos,
desde que não encharcados. Suas regas deverão serem moderadas. Deve-se manter o
solo úmido, mas evitar o encharcamento. É moderadamente tolerante à seca após
estabelecida. Recomendamos uma adubação rica em fósforo na primavera/verão para
estimular a floração. Já a sua poda deverá ser apenas para manter a forma
arbustiva ou trepadeira. Recomenda-se poda de limpeza no final do
inverno. O seu uso em treliças, arcos, pergolados, muros ou como arbusto
isolado acentua ainda mais a sua beleza. É uma planta que atrai beija-flores e
borboletas, por isso deverá ser cultivada em jardins. Porém, deverá ter um
cuidado especial, pois essa planta pertence a família Apocynaceae e é portadora
de uma seiva leitosa (látex) e tóxica, que pode causar dermatite de contato e
irritações oculares. A ingestão pode causar problemas gastrointestinais. É
muito rustica, tem alta resistência a pragas e doenças, mas pode ser afetada
por cochonilhas e pulgões. A sua propagação é por estaquia (ramos) na
primavera ou verão, podendo ser propagada por alporquia ou sementes (menos
comum).
FOTOS: Foi fotografada na Igreja
Menino Jesus, Mecejana, Boa Vista, Roraima, Brasil, em 22 fev.
2026. Comunidade Menino Jesus - @comunidademeninojesusrr -
IGREJA CATÓLICA - Paróquia @catedralcristoredentor - www.instagram.com › comunidademeninojesusrr
REFERÊNCIAS:
Allamanda blanchetii A.DC. in
TRABALHOS ESCOLARES. Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/2025/03/allamanda-blanchetii-adc.html
Acesso em 24 fev. 2026.
Allamanda in Flora e
Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em:
<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB15539>.
Acesso em: 24 fev. 2026.
COUTINHO, L. M. Biomas brasileiros. São Paulo: Oficina de
Texto, 2016.
FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE
BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com
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