Fittonia
verschaffeltii (Lem.) Van Houtte é uma planta da família Acanthaceae JUSS.,
conhecida popularmente como fitônia. É uma erva, perene, rasteira, podendo
atingir até 10 centímetros de altura. Plantamos fitônias pela sua beleza
ornamental, com folhas coloridas em padrão de mosaico, que adicionam cor e vida
aos ambientes internos e externos, sendo ideal para terrários, vasos e
forrações, além de trazer vitalidade e harmonia, sendo muito fácil de cuidar em
ambientes úmidos e sombreados.
É
uma planta nativa das florestas tropicais da América do Sul e pode ser
encontrada no Brasil, Peru e Colômbia. Suas raízes são subterrâneas, pivotantes
e ramificadas. Com caule aéreo, herbáceo, cilíndrico, rastejante, volúvel e
ramificação monopodial.
Suas
folhas são completas, peciolada, peninérvea, membranosas, pilosa, obovada, com
margens com pequenas ondulações, ápice e base obtusa e filotaxia oposta. As
folhas apresentam coloração do limbo verde-claro e textura macia. Já as nervuras
da folha, apresenta nervuras principais colorida com um rosa do tipo amaranto,
conferindo assim, as linhas, a vitalidade e harmonia necessária para o design
das folhas.
Já
as suas inflorescências são terminais ou axilares, com flores simples,
indefinidas formando espigas densas e eretas. As suas flores são
insignificantes para ornamentação, por serem discretas e tubulares. Com seus frutos
são secos deiscentes, cápsula oblonga, contendo 2 a 4 sementes achatadas.
Portanto
é uma planta pertencente à família Acanthaceae, conhecida popularmente como
"fitônia ou planta mosaico". É uma planta ornamental, herbácea,
nativa da América do Sul, famosa por suas folhas com nervuras marcantes em tons
de verde e rosa (e suas tonalidades diferentes), ideal para terrários e
ambientes internos com meia-sombra, pois gosta de umidade e luz difusa.
CLASSIFICAÇÃO
CIENTÍFICA:
REINO: Plantae
DIVISÃO: Magnoliophyta
CLASSE: Magnoliopsida
ORDEM: Lamiales
FAMÍLIA: Acanthaceae
GENÉRO: Fittonia
ESPÉCIE: Fittonia
verschaffeltii (Lem.) Van Houtte
CLASSIFICAÇÃO
BIOLÓGICA:
NOME
CIENTÍFICO: Fittonia verschaffeltii (Lem.) Van Houtte
SINÔNIMO:
Gymnostachyum
verschaffeltii Lem.
Fittonia
albivenis (Lindl. ex Veitch) Brummitt
NOME
POPULAR: fitônia ou planta-mosaico.
FAMÍLIA: Acanthaceae
CICLO
DE VIDA: Perene.
ORIGEM: nativa das
florestas tropicais da América do Sul e pode ser encontrada no Brasil, Peru e
Colômbia.
PORTE: erva que
cresce até 20 centímetros de altura.
RAIZ: suas raízes
são subterrâneas, fasciculada e ramificada.
CAULE: caule
aéreo, herbáceo, cilíndrico, rastejante, volúvel e ramificação monopodial.
FOLHAS: são
simples, completas, peciolada, peninérvea, membranosas, pilosa, obovada, com
margens com pequenas ondulações, ápice e base obtusa e filotaxia oposta. As
folhas apresentam coloração do limbo verde-claro e textura macia. Já as
nervuras da folha, apresenta nervuras principais colorida com um rosa do tipo
amaranto, conferindo assim, as linhas, a vitalidade e harmonia necessária para
o design das folhas.
INFLORESCÊNCIA:
Inflorescências terminais ou axilares.
FLORES: suas flores
são tubulares de coloração amarela ou alaranjada. Cálice com 4 sépalas, e
corola bilabiada (2 lóbulos superiores e 3 inferiores), sem importância
ornamental.
FRUTOS: são secos
deiscentes, cápsula oblonga, contendo 2 a 4 sementes achatadas.
LUMINOSIDADE: meia sombra e sol filtrado.
ÁGUA: com solo
úmido e tolera encharcamento.
CLIMA:
tropical, Subtropical, Equatorial. Não tolera temperaturas muito altas e baixas.
PODA: quando
necessário.
CULTIVO: em solo
areno-argiloso para facilitar a drenagem. Sugestão de mistura: uma parte de
terra comum de jardim, 01 parte de composto orgânico ou pó de fibra de
coco, 01 parte de terra e carvão vegetal e 01 parte de areia.
FERTILIZAÇÃO: Não é muito
exigente, aplicar de 01 a 03 colheres de sopa de NPK, fórmula 10-10-10 longe
das raízes.
UTILIZAÇÃO: usada em
ambientes internos e externos, de forma isolada ou formando um paredão de
mosaico.
PROPAGAÇÃO: Multiplica-se
facilmente por estacas.
CATEGORIA: ornamental.
PLANTA
INVASORA: é considerada uma planta invasora em algumas regiões tropicais,
onde cresce em habitats abertos como bosques, margens de rios e áreas
perturbadas.
IMPORTÂNCIA:
apresenta importância cultural e econômica tanto na medicina tradicional
quanto na horticultura. Elas são importantes tanto para animais quanto para
humanos e são usadas como alimento ou para fins ornamentais em todo o
mundo.
POLENIZAÇÃO: essa planta
é polinizada principalmente por abelhas e, em menor grau, por outros insetos,
como borboletas e mariposas. As abelhas são atraídas pelo néctar e pólen
oferecidos pela planta, realizando a polinização durante suas visitas para
coleta de recursos.
Recursos
oferecidos pela planta para os polinizadores:
-
Néctar: é uma fonte de energia para os polinizadores, atraindo-os para a
planta.
-
Pólen: serve como alimento para as abelhas e também é transferido para
outras flores durante a visita dos polinizadores.
POLINIZAÇÃO:
-
ANEMOFILIA: vento;
-
ENTOMOFILIA: melitofilia (abelha), psicofilia (borboleta) falenofilia
(mariposa).
-
ORNITOFILIA: pássaros.
FOTOS: FLORICULTURA
CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima,
Brasil, 06 dez 2025. https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/
REFERÊNCIAS:
CÔRTES,
A.L.A. et al. Fittonia in Flora e Funga do
Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB631060>. Acesso
em: 04 jan. 2026.
FERRI,
M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São
Paulo: Nobel, 1981.
VIDAL,
W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com
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