domingo, 4 de janeiro de 2026

FITTONIA VERSCHAFFELTII (LEM.) VAN HOUTTE

 

Fittonia verschaffeltii (Lem.) Van Houtte é uma planta da família Acanthaceae JUSS., conhecida popularmente como fitônia. É uma erva, perene, rasteira, podendo atingir até 10 centímetros de altura. Plantamos fitônias pela sua beleza ornamental, com folhas coloridas em padrão de mosaico, que adicionam cor e vida aos ambientes internos e externos, sendo ideal para terrários, vasos e forrações, além de trazer vitalidade e harmonia, sendo muito fácil de cuidar em ambientes úmidos e sombreados. 

É uma planta nativa das florestas tropicais da América do Sul e pode ser encontrada no Brasil, Peru e Colômbia. Suas raízes são subterrâneas, pivotantes e ramificadas. Com caule aéreo, herbáceo, cilíndrico, rastejante, volúvel e ramificação monopodial.

Suas folhas são completas, peciolada, peninérvea, membranosas, pilosa, obovada, com margens com pequenas ondulações, ápice e base obtusa e filotaxia oposta. As folhas apresentam coloração do limbo verde-claro e textura macia. Já as nervuras da folha, apresenta nervuras principais colorida com um rosa do tipo amaranto, conferindo assim, as linhas, a vitalidade e harmonia necessária para o design das folhas.

Já as suas inflorescências são terminais ou axilares, com flores simples, indefinidas formando espigas densas e eretas. As suas flores são insignificantes para ornamentação, por serem discretas e tubulares. Com seus frutos são secos deiscentes, cápsula oblonga, contendo 2 a 4 sementes achatadas.     

Portanto é uma planta pertencente à família Acanthaceae, conhecida popularmente como "fitônia ou planta mosaico". É uma planta ornamental, herbácea, nativa da América do Sul, famosa por suas folhas com nervuras marcantes em tons de verde e rosa (e suas tonalidades diferentes), ideal para terrários e ambientes internos com meia-sombra, pois gosta de umidade e luz difusa.    

 

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

 

REINO: Plantae

DIVISÃO: Magnoliophyta

CLASSE: Magnoliopsida

ORDEM: Lamiales

FAMÍLIA: Acanthaceae

GENÉRO: Fittonia

ESPÉCIE: Fittonia verschaffeltii (Lem.) Van Houtte

 

CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA:

NOME CIENTÍFICOFittonia verschaffeltii (Lem.) Van Houtte

SINÔNIMO:

Gymnostachyum verschaffeltii Lem.

Fittonia albivenis (Lindl. ex Veitch) Brummitt

NOME POPULAR: fitônia ou planta-mosaico.

FAMÍLIA: Acanthaceae

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: nativa das florestas tropicais da América do Sul e pode ser encontrada no Brasil, Peru e Colômbia.

PORTE: erva que cresce até 20 centímetros de altura. 

RAIZ: suas raízes são subterrâneas, fasciculada e ramificada.

CAULE: caule aéreo, herbáceo, cilíndrico, rastejante, volúvel e ramificação monopodial.

FOLHAS: são simples, completas, peciolada, peninérvea, membranosas, pilosa, obovada, com margens com pequenas ondulações, ápice e base obtusa e filotaxia oposta. As folhas apresentam coloração do limbo verde-claro e textura macia. Já as nervuras da folha, apresenta nervuras principais colorida com um rosa do tipo amaranto, conferindo assim, as linhas, a vitalidade e harmonia necessária para o design das folhas.

INFLORESCÊNCIA: Inflorescências terminais ou axilares.

FLORES: suas flores são tubulares de coloração amarela ou alaranjada. Cálice com 4 sépalas, e corola bilabiada (2 lóbulos superiores e 3 inferiores), sem importância ornamental.

FRUTOS: são secos deiscentes, cápsula oblonga, contendo 2 a 4 sementes achatadas.

LUMINOSIDADE:  meia sombra e sol filtrado.

ÁGUA: com solo úmido e tolera encharcamento.

CLIMA: tropical, Subtropical, Equatorial. Não tolera temperaturas muito altas e baixas.

PODA: quando necessário.

CULTIVO: em solo areno-argiloso para facilitar a drenagem. Sugestão de mistura: uma parte de terra comum de jardim, 01 parte de composto orgânico ou pó de fibra de coco, 01 parte de terra e carvão vegetal e 01 parte de areia.

FERTILIZAÇÃO: Não é muito exigente, aplicar de 01 a 03 colheres de sopa de NPK, fórmula 10-10-10 longe das raízes.

UTILIZAÇÃO: usada em ambientes internos e externos, de forma isolada ou formando um paredão de mosaico.

PROPAGAÇÃO: Multiplica-se facilmente por estacas.

CATEGORIA: ornamental.

PLANTA INVASORA: é considerada uma planta invasora em algumas regiões tropicais, onde cresce em habitats abertos como bosques, margens de rios e áreas perturbadas.

IMPORTÂNCIA:  apresenta importância cultural e econômica tanto na medicina tradicional quanto na horticultura. Elas são importantes tanto para animais quanto para humanos e são usadas como alimento ou para fins ornamentais em todo o mundo. 

POLENIZAÇÃO: essa planta é polinizada principalmente por abelhas e, em menor grau, por outros insetos, como borboletas e mariposas. As abelhas são atraídas pelo néctar e pólen oferecidos pela planta, realizando a polinização durante suas visitas para coleta de recursos. 

Recursos oferecidos pela planta para os polinizadores:

- Néctar: é uma fonte de energia para os polinizadores, atraindo-os para a planta.

- Pólen: serve como alimento para as abelhas e também é transferido para outras flores durante a visita dos polinizadores. 

POLINIZAÇÃO:

- ANEMOFILIA: vento;

- ENTOMOFILIA: melitofilia (abelha), psicofilia (borboleta) falenofilia (mariposa).

- ORNITOFILIA: pássaros.

 

FOTOS: FLORICULTURA CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/  

 

REFERÊNCIAS:

 

CÔRTES, A.L.A. et al. Fittonia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB631060>. Acesso em: 04 jan. 2026.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com  

 

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sábado, 3 de janeiro de 2026

ZEPHYRANTHES CANDIDA (Lindl.) Herb.



 

Zephyranthes candida (Lindl.) Herb. é uma planta herbácea, da família Amaryllidaceae, nativa do Sul da América do Sul, incluindo regiões como Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil, sendo uma planta bulbosa ornamental comum em jardins, embora também possa ser encontrada naturalizada em diversas partes do mundo. Essa espécie é conhecida em Boa Vista, Roraima, Brasil, como Lírio-do-vento ou lírio-das-chuvas-branco.  

É uma erva bulbosa, de raízes subterrâneas, fasciculadas e ramificadas. Já os seus caules são subterrâneos, bulboso tunicado, com prato e catafilo bem definido e desenvolvido.

Com suas folhas são incompletas; sésseis; paralelinérveas; membranácea; glabra; lisa; lineares; quanto ao bordo inteiro; ápice acuminado e base truncada; folha simples; filotaxia rosetada; estreitas; de coloração verde-brilhante e surgem diretamente do bulbo. Suas folhas que vai da base ao ápice poderá atingir até 10-20 centímetro de altura, dependendo do cultivo.

Sua inflorescência é terminal, uniflora com a flor solitária, sustentadas por um escapo floral (haste) que emerge do bulbo. Já a sua flor possui pétalas de coloração branca, são pedunculadas, cíclica, diclamídea, perianto heteroclamídea, andrógenas, quanto ao número de estames em relação as pétalas são isostêmones, hipóginas, é uma flor completa, dialissépalas, trímera, caduca, quanto a simetria actinomorfa, rosácea e prefloração valvar e reduplicada.

As flores são efêmeras, belíssimas e duram apenas alguns dias. Porém, seus frutos são simples, secos, em forma de cápsula trilobada, contendo sementes pequenas e achatadas.

Portanto, possuem folhas lineares e verde, flores belíssimas e delicadas, com frutos capsuladas, trilobada, capsula seca se abre e quando madura, libera as suas sementes. Encontrada em regiões tropicais e subtropicais, incluindo o Sul do Brasil, de habitat de áreas abertas, campos, pastagens e jardins, preferindo solos bem drenados e locais com boa incidência de luz solar. Essa espécie é frequentemente cultivada como ornamental devido à sua beleza e facilidade de cultivo. Sua flor atrai polinizadores, como abelhas e borboletas, contribuindo para a biodiversidade local. Sendo resistente e adaptável, podendo ser usada em paisagismo e jardinagem.

 

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Liliopsida

Ordem: Asparagales, Link

Família: Amaryllidaceae

Sub família: Amaryllidoideae

Gênero: Zephyranthes

Espécies: Zephyranthes candida (Lindl.) Herb.

 

CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA:

NOME CIENTÍFICO: Zephyranthes candida (Lindl.) Herb. 

SINONÍMIA

Amaryllis candida Lindl.

Amaryllis nivea Schult. & Schult.f.

Argyropsis candida (Lindl.) M.Roem.

Atamosco candida (Lindl.) Sasaki

Zephyranthes nivea (Schult. & Schult.f.) D.Dietr.

Plectronema candida (Lindl.) Raf.

PSEUDÔNIMO: Lírio-do-vento ou lírio-das-chuvas-branco.  

FAMÍLIAAmaryllidaceae

CICLO DE VIDA: Perene

ORIGEM: do Sul da América do Sul, incluindo o Brasil.

PORTE: da base do bulbo até o ápice da folha pode atingir até 20 cm de altura.

RAÍSES: são subterrâneas, fasciculadas e ramificadas.

CAULE: são subterrâneos, bulboso tunicado, com prato e catafilo bem definido e desenvolvido.

FOLHAS: são incompletas, sésseis, paralelinérveas, membranácea, glabra, lisa, lineares, quanto ao bordo inteiro, ápice acuminado e base truncada, folha simples, filotaxia rosetada, estreitas, de coloração verde-brilhante e surgem diretamente do bulbo. Suas folhas que vai da base ao ápice poderá atingir até 10-20 centímetro de altura, dependendo do cultivo.

INFLORESCÊNCIA: é terminal, uniflora com a flor solitária, sustentadas por um escapo floral (haste) que emerge do bulbo.

FLORES: sua flor possui pétalas de coloração branca, são pedunculadas, cíclica, diclamídea, perianto heteroclamídea, andrógenas, quanto ao número de estames em relação as pétalas são isostêmones, hipóginas, é uma flor completa, dialissépalas, trímera, caduca, quanto a simetria actinomorfa, rosácea e prefloração valvar e reduplicada.

FRUTOS: são simples, secos, em forma de cápsula trilobada.

SEMENTES: com sementes pequenas e achatadas.

BULBO: planta apresenta um bulbo tunicado subterrâneo. 

LUMINOSIDADE: Sou pleno, meia-sombra e sol difuso.

ÁGUA: precisa de água quando estivar muito seco.

CLIMA: Tropical de altitude, Subtropical, Temperado, Continental. Não tolera o frio e geadas.

CULTIVO: De crescimento rápido, gosta de solos super drenado e rico em material orgânico.

UTILIZAÇÃO: planta ornamental por suas belíssimas flores.

PROPAGAÇÃO: Multiplica-se pelo Bulbo e sementes.

CATEGORIA: ornamental

CICLO DE VIDA: É uma espécie perene.

HABITAT E ECOLOGIA: Cresce no período chuvoso nos quintais roraimense.

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA: ornamentação e paisagístico.

SUBSTRATO: Para plantas ornamentais.

POLINIZADOR: a polinização pode ser pelo vento (Anemofilia), insetos (Entomofilia) e pássaros (ornitofilia).

FERTILIZAÇÃO: é uma planta muito rustica e aparentemente se desenvolve em locais úmidos e com pouca luz.

FOTOS:  Foto das laterais da Floricultura CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.   https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/   

 

REFERÊNCIAS:

 

Disponível em: https://proflora.jbrj.gov.br/html/Zephyranthes%20candida_2012.html Acesso em: 03 jan. 2026.

 

DUTILH, J.H.A. et al. Zephyranthes in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB33560>. Acesso em: 03 jan. 2026.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

Boa Vista, Roraima - Cidade mais bela do País! Venha conhecer!

#BoaVistaRoraimaBrasil #RuahDeDeus!

por: Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com

 

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