segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

ABELMOSCHUS ESCULENTUS (L.) MOENCH




 

ESPÉCIE: Abelmoschus esculentus (L.) Moench

PSEUDÔNIMO: Quiabo

FAMÍLIA: Malvaceae Juss.

CICLO DE VIDA: é uma planta herbácea, perene, cultivada anualmente, ereta, de crescimento rápido.

ORIGEM:  tem origem incerta, mas é amplamente aceito como nativo da África Ocidental, com provável centro de origem nas regiões montanhosas da Etiópia e Sudão. A espécie, da família Malvaceae, já era cultivada no Egito desde 12 séculos antes de Cristo.

CARACTERISTICAS: é uma planta popularmente conhecido como quiabo, é uma planta anual da família Malvaceae, originária da África. Caracteriza-se por caules e folhas pilosos, folhas lobadas, flores amarelas com centro roxo e frutos em forma de cápsula verde, fibrosa e viscosa (mucilagem). É rico em fibras, vitaminas e potássio, cultivado em climas tropicais/subtropicais. É uma erva perene frequentemente cultivada como anual, atingindo até 2 metros de altura. Com folhas simples, palmadas, com 5 a 7 lóbulos e bordas serrilhadas. Os caules e folhas são cobertos por pelos finos que podem causar irritação. Flores axilares, grandes, de cor amarela, geralmente com uma mancha vermelha ou roxa na base. Com frutos em forma de uma cápsula deiscente (abre-se quando madura), cônica, pentagonal (seção transversal), de cor verde a marrom, contendo numerosas sementes. A viscosidade é sua característica culinária mais notável. Têm preferências a solos férteis, bem drenados e climas quentes. A colheita ocorre entre 47 a 97 dias após o plantio. Usado na alimentação (frutos jovens), medicinais (raízes e frutos pela mucilagem) e industrial (fibras do caule). É um fruto rico em potássio, cálcio, magnésio e fibras solúveis, com baixa caloria. 

FOTOS: Fotografado na residência da Mary, Boa Vista – Roraima, Brasil, 26 jan. 2026.  

 

REFERÊNCIA:

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

Malvaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB611510>. Acesso em: 26 jan. 2026 

 

SWAMY, K.R.M. ORIGIN, DISTRIBUTION, TAXONOMY, BOTANICAL DESCRIPTION, CYTOGENETICS, GENETIC DIVERSITY AND BREEDING OF Okra (Abelmoschus esculentus (L.) Moench.) International Journal of Development Research Vol. 13, Issue, 03, pp. 62026-62046, March, 2023 https://doi.org/10.37118/ijdr.26440.03.2023. Disponível em: https://www.journalijdr.com/origin-distribution-taxonomy-botanical-description-cytogenetics-genetic-diversity-and-breeding-okra Acesso em 26 jan. 2026.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com

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domingo, 25 de janeiro de 2026

ALLAMANDA CATHARTICA L.



 

ESPÉCIEAllamanda cathartica L.

PSEUDÔNIMO: alamanda amarela

FAMÍLIA: Apocynaceae

CICLO DE VIDA: Perene

ORIGEM: é uma planta nativa da América Central e do Sul, com ocorrência confirmada em todo o território brasileiro. É uma trepadeira, perene e tóxica, muito utilizada no paisagismo por suas grandes flores amarelas em forma de trombeta. 

CARACTERISTICAS: é uma trepadeira lenhosa perene nativa do Brasil, famosa por suas grandes flores amarelas em forma de trombeta que florescem quase o ano todo. É uma planta ornamental de crescimento rápido, ideal para cercas e pérgulas, exigindo sol pleno e solo fértil. É uma trepadeira semi-lenhosa ou subarbusto, atingindo de 2 a 8 metros de comprimento. Possui flores grandes, amarelas, infundibuliformes (forma de trombeta). Apresenta suas folhas de coloração verde intenso e brilhantes, elípticas ou oblongas, geralmente em verticilos de 3 ou 4. Produz um látex branco (latescente) em todas as partes da planta. Seus frutos são secos, deiscentes, capsulados septífragas (ruptura dos septos paralela ao eixo do fruto). Na cápsula elipsoidais com pequenos espinhos. Essa planta prefere clima tropical ou subtropical, sol pleno, solo rico em matéria orgânica e regas regulares. É uma planta tóxica se ingeridas, podendo causar vômitos, diarreia e dermatites no contato.

FOTOS: Fotografado no canteiro da Prefeitura de Boa Vista, Bairro Cauamé, Boa Vista – Roraima, Brasil, 24 Jan. 2026.  

 

REFERÊNCIA:

Allamanda in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB4508>. Acesso em: 25 jan. 2026.

 

FERRI, M. G. et al. GLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

QUEIROZ, A. ALLAMANDA CATÁRTICA. Blog Trabalhos Escolares. Boa Vista. Disponível em: https://affonsoqueiroz.blogspot.com/2022/07/allamanda-catartica.html Acesso em 25 jan. 2026.  

 

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