domingo, 18 de janeiro de 2026

TAMARINDUS INDICA L.




 

NOME CIENTÍFICO: Tamarindus indica L.

NOME POPULAR: Tamarindo

FAMÍLIA:  Fabaceae (Leguminosae) 

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: acredita-se que seja nativa de regiões tropicais da África, particularmente no leste da África (como Sudão, Tanzânia e regiões próximas), onde cresce de forma selvagem em áreas de savana.

ALTURA: pode chegar até 30 metros de altura

LUMINOSIDADE: Sol Pleno.

CLIMA: Continental, Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Semiárido e árido.

CATEGORIA: Arbustos, Frutíferas, Leguminosas.

CARACTERISTICA: é uma árvore tropical de grande porte (até 30 metros), com tronco áspero e copa densa, conhecida por sua madeira resistente e frutos em vagem com polpa ácida e doce, rica em fibras e usada para fins alimentícios, medicinais (laxante, antioxidante) e industriais (polimento, forragem). Possui folhas pinadas, flores amareladas e frutos marrons, sendo valorizado por sua adaptabilidade e múltiplos usos na medicina popular e indústria, sendo uma árvore ornamental, econômica, alimentícia e religiosa (frequentemente associada a contextos religiosos, especialmente nas religiões de matriz africana como o Candomblé e a Umbanda). 


FOTOS: Foto da planta, nas laterais da Igreja São Francisco, São Francisco, Boa Vista – Roraima, Brasil, 11 Jan. 2026.     

 

REFERÊNCIAS:


BARROSO, G. M. et alFRUTOS E SEMENTES – MORFOLOGIA APLICADA À SISTEMÁTICA DE DICOTILEDÔNEA. Viçosa: UFV, 1999, páginas 17, 189 e 203.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

Fabaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB23201>. Acesso em: 18 jan. 2026. 

 

SANTOS, M. R. L. et al. QUALIDADE MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DA GELEIA DE TAMARINDO A BASE DE DIFERENTES TIPOS DE AÇÚCARES. Científic@ Multidisciplinary Journal – v.10 n.1 – (2023) 1 – 7, 2002, ISSN: 2358-260X

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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... por Affonso Queiroz – affonsoqueiroz@msn.com  

 

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

SOLANUM PALUDOSUM MORIC.




 

NOME CIENTÍFICO: Solanum paludosum Moric.

NOME POPULAR: Jurubeba ou Jurubeba do Campo

FAMÍLIA: Solanaceae

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: nativa de regiões tropicais e subtropicais das Américas do Sul.

ALTURA: pode chegar até 3 metros de altura

LUMINOSIDADE: Sol Pleno.

CLIMA: Continental, Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical

CATEGORIA: Arbustos, Arbustos Tropicais, Ervas Condimentares, Flores Perenes, Frutas e Legumes, Plantas Hortícolas.

FLORES: suas flores são pedunculadas e cíclicas. Quanto ao número de peças no perianto são diclamídeas e a homogeneidade do perianto são heteroclamídeas. Quanto ao sexo andrógena, isostêmone e epígena. É uma flor completa, por possuir os quatros verticilos florais (cálice, corola, androceu e gineceu). Quanto a cor do perianto, o cálice verde escuro intenso, corola lilás escuro a lilás mais claro, androceu amarelo e gineceu branca. Quanto a soldaduras das sépalas são dialissépalas, pentâmeras, persistente e actinomorfa. Quanto as pétalas são de coloração brancas, gamopétalas, pentâmera, caduca e actinomorfa. Forma da corola é rotácea por ser gamopétala e actinomorfa. Já a sua prefloração é valvar reduplicada.      

FRUTOS: são simples carnosos do tipo baga globosa, peponídeo, poupa suculenta com várias sementes achatadas e coloração amarela.

SEMENTES: possui várias sementes com dois cotilédones (na classificação atual é uma Eudicotiledônea). Segundo BARROSO, et al. (1999: 56), suas sementes são reniformes. 

ALIMENTAÇÃO HUMANA: não deve ser utilizada na alimentação humana sem orientação especializada, pois é considerada uma planta tóxica. Embora algumas espécies do gênero Solanum (como a batata, o tomate e a berinjela) sejam alimentos comuns, a família também inclui plantas venenosas.

 

FOTOS: Foto das laterais da Floricultura CENTRO DAS PLANTAS 02, Rua João de Alencar, Cauamé, Boa Vista, Roraima, Brasil, 06 dez 2025.  https://www.instagram.com/centrodasplantas02_/   

 

REFERÊNCIAS:

 

BARROSO, G. M. et alFRUTOS E SEMENTES – MORFOLOGIA APLICADA À SISTEMÁTICA DE DICOTILEDÔNEA. Viçosa: UFV, 1999, p. 125.

 

FERRI, M. G. et alGLOSSÁRIO ILUSTRADO DE BOTÂNICA. São Paulo: Nobel, 1981.

 

Solanum in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB14820>. Acesso em: 16 jan. 2026

 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA – Organografia: quadros sinóticos

ilustrados de fanerógamos. 5 ed. VISOÇA: UFV. 2021.

 

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