CRINUM X MENEHUNE
Crinum x menehune é
uma variedade, da espécie Crinum americanum. É uma planta
bulbosa, pertencente à família Amaryllidaceae e conhecida popularmente
por capim-crino, crino, lírio-do-brejo.
Suas raízes são subterrâneas, fasciculadas com pequenas ramificações.
Já o seu caule é subterrâneo, bulboso tunicado formando os catafilos. O bulbo
subterrâneo armazena nutrientes e permite a sobrevivência em períodos de
dormência da planta.
No entanto, as suas folhas são simples, largas, lanceoladas (em
forma de lança), com nervuras proeminentes e dispostas em roseta. Podem atingir
até 01 metro de altura, de coloração verde arroxeada, intenso e brilhante,
consistência membranosa (fina e delicada), nervura paralelinérvea, superfície
glabra, bordo ondulado e liso, com o ápice cuspidado e base trucada.
Já a sua inflorescência é espetacular, formando uma grande umbela
esférica com numerosas flores grandes, geralmente de cor branca rosada, com uma
faixa horizontal, no centro das pétalas e no seu ápice rosa. Cada
inflorescência pode ter até 10 flores e é sustentada por um caule robusto e
ereto.
Portanto é uma planta nativa do Havaí (ilhas havaianas) onde
cresce em áreas costeiras e encontras rochosas. É uma geófita bulbosa e cresce
principalmente no bioma tropical úmido. É uma planta herbácea perene que
floresce, pertencente à família das Amaylidaceae. No Brasil é conhecida
como crino, dependendo da região. É muito confundida com o amarílis porque
pertence à mesma família e produz bulbos nas raízes.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Asparagales, Link
Família: Amaryllidaceae
Sub família: Amaryllidoideae
Gênero: Crinum
Espécies: Crinum americanum L.
Variedade: Crinum x menehune
CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA:
NOME CIENTÍFICO:
Crinum americanum L.
VARIEDADE: Crinum
x menehune
PSEUDÔNIMO:
lírio-trompete-rosa-estriado
FAMÍLIA: Amaryllidaceae
CICLO DE VIDA:
Perene
ORIGEM: endêmica
do Havaí, especificamente nas ilhas havaianas, onde cresce em áreas costeiras e
encostas rochosas. Essa planta tem prefere solos bem drenados e locais com
exposição solar moderada a intensa.
PORTE: da base do
bulbo até o ápice da folha chegando até 01 metro de altura, dependendo das
condições de cultivo da planta.
RAIZ: fasciculada.
BULBO: planta
apresenta um bulbo tunicado subterrâneo.
FOLHAS: folhas
simples, grande, de consistência membranosa e lisa, sem pecíolo, bordo
liso, de coloração avermelhada intenso e brilhante, base da folha truncada e o
ápice da folha acuminada, folha do tipo espatulada, nervura paralelinérvea,
filotaxia oposta rosetada.
INFLORESCÊNCIA:
sua inflorescência é espetacular, formando uma grande umbela esférica com
algumas flores de tamanho médio, geralmente de cor branca rosa com faixa ou
partes apical da pétala rosa forte. Cada inflorescência pode ter até 10 flores
e é sustentada por um caule robusto e ereto de coloração verde arroxeadas.
FLORES: pedunculada.
Cíclica, diclamídea, heteroclamídea, hermafrodita (andrógena), isostêmone,
epígena, flor completa, de coloração branca e rosa intensa, com 5 sépalas
verde, 05 pétalas branca e rosa. Ótima para decoração de jardim e
floreiras. É muito atraente para abelhas, borboletas e pássaros.
FRUTOS: simples,
carnoso do tipo baga assimétrica.
LUMINOSIDADE: Sou
pleno, meia-sombra e sol difuso.
ÁGUA: precisa de água
quando estivar muito seco.
CLIMA: Tropical
de altitude, Subtropical, Temperado, Continental.
CULTIVO: De crescimento
rápido, gosta de solos super drenado e rico em material orgânico.
UTILIZAÇÃO: planta
ornamental e pelas suas flores.
PROPAGAÇÃO: Multiplica-se
pelo Bulbo e sementes.
CATEGORIA: ornamental.
CICLO DE VIDA: É
uma espécie perene.
HABITAT E ECOLOGIA: Cresce
no período chuvoso da savana roraimense.
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA: ornamentação
e paisagístico.
SUBSTRATO: Para
plantas ornamentais.
POLINIZADOR: a
polinização pode ser pelo vento (Anemofilia), insetos (Entomofilia) e
pássaros (ornitofilia).
FERTILIZAÇÃO: é
uma planta muito rustica e aparentemente se desenvolve em locais úmidos,
drenado e com pouca luz.
TOXICIDADE: é uma planta em que todas as suas partes são
consideradas venenosas quando ingeridas.
FOTOS: da frente
de uma residência, Boa Vista, Roraima, Brasil, fev 2025.
REFERÊNCIAS:
Disponível em: https://ciprest.blogspot.com/2017/08/crino-anao-roxo-do-havai-crinum-x.html Acesso
em 02 fev. 2025.
Disponível em: https://plantasdonaeuzebia.com.br/produto/muda-de-capim-crino/ Acesso
em 02 fev. 2025.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R e PAULA, C. C. BOTÂNICA –
Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 5 ed.
VISOÇA: UFV. 2021.
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... por AffonsoQueiroz – affonsoqueiroz@msn.com
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